A vice-presidente de Pesquisa do Finlay, Rosa Lydia Solís, disse que esse aumento é porque, na África Subsaariana, especialmente, ocorre a pior temporada da doença desde 2006, com mais de 56 mil doentes e cerca de 2 mil mortos, informou hoje a revista oficial cubana “Trabajadores”.
A vacinação em massa reduz a propagação da epidemia porque, apesar do tratamento com antibióticos, 10% dos infectados morrem e 20% ficam com sequelas permanentes, acrescentou o relatório.
O cinturão africano da meningite compreende cerca de 25 países, do Senegal até a Etiópia, com 400 milhões de habitantes em risco durante a temporada de seca, quando os ventos e a poeira irritam as gargantas e facilitam a transmissão da bactéria.
A unidade que produz na ilha a vacina cubano-brasileira já entregou 18 milhões de doses nos últimos dois anos.