Apesar de surgir como uma das apostas para a temporada, a Honda ainda não conseguiu entrar no eixo. A equipe japonesa chegou a conquistar um pódio com o britânico Jenson Button na Malásia, mas não pontua com os dois pilotos desde o Grande Prêmio da Espanha, em maio. Além disso, marcou apenas três pontos nas últimas quatro corridas, sem terminar entre os oito nas duas mais recentes. A coisa ficou pior no último GP, na França, quando Jenson Button e Rubens Barrichello tiveram problemas e abandonaram.
A Honda não vai bem em um ano no qual se esperava tanto. Mas a oportunidade para uma retomada será no próximo Grande Prêmio da Alemanha, neste final de semana. Mesmo que os japoneses não estejam felizes com o desempenho até aqui, o histórico de Button e Barrichello na pista alemã pode facilitar uma reação.
“Hockenheim é um circuito do qual sempre gostei. Tenho ótimas lembranças de corridas anteriores aqui, especialmente depois de terminar no pódio nos dois últimos anos”, disse o britânico, segundo em 2004 e terceiro em 2005 no traçado alemão, correndo pela BAR.
Apesar do bom retrospecto na Floresta Negra, o britânico prefere mostrar cautela por conta do desempenho da equipe na atual temporada. “Será muito difícil ficar entre os três primeiros desta vez. Mas testamos bem em Jerez na última semana e espero que possamos ver uma melhora em nossa performance nas próximas corridas.”
Companheiro de Button, Rubens Barrichello já teve motivos para comemorar na Alemanha em sua primeira temporada na Ferrari, quando largou em 18° e cruzou na frente debaixo de muita chuva. Agora na nova casa, ele não espera repetir o feito, mas quer superar as dificuldades da equipe e do novo desenho de Hockenheim.
“Minha primeira vitória na Fórmula 1 foi em Hockenheim, em 2000. Esta corrida é muito especial para mim, apesar das mudanças no desenho. Isto significa uma nova expectativa sobre a pista, da qual eu gostava bastante”, afirmou Rubinho, que acredita em um GP desgastante. “Seu carro precisa funcionar bem na Alemanha. Com o tempo quente e úmido que geralmente temos, será um desafio para os pilotos.”