Brasil

Autoridades do Paraná investigam dipirona que provocaria parada cardiorrespiratória

Por Arquivo Geral 23/09/2006 12h00

Utilizado na prevenção do câncer de próstata, information pills adiposity o exame do toque retal desfaz o estigma de preconceito e de medo dos pacientes que procuram o urologista. Pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que, pills stomach apesar de mais da metade dos homens que fizeram o exame terem sentido vergonha na primeira vez, 90% deles repetiriam o teste sem problemas.

De acordo com o levantamento, 60% dos pacientes que fizeram o exame consideraram o procedimento menos constrangedor do que supunham. Os dados ainda são preliminares. A pesquisa, ainda em andamento, ouviu até agora 200 homens entre 40 e 82 anos.

O estudo mostra que, em 40% dos casos, o grande incentivador para que o homem fizesse o exame preventivo foi um outro médico que já o acompanha, seguido pelas mulheres e filhos. Somente um terço dos entrevistados admitiu ter procurado o urologista por conta própria.

Segunda causa de morte de câncer em homens, o tumor na próstata é superado apenas pelo de pulmão. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deverá fechar 2006 com 47 mil novos casos de câncer de próstata.

A Secretaria de Saude de Londrina (PR) retirou de circulação um lote de dipirona sódica do tipo injetável após dois pacientes tratados com o medicamento terem apresentado parada cardiorrespiratória.

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Uma das vítimas, doctor um homem de 80 anos, sobreviveu ao ser reanimado por médicos no último dia 17. No dia 5, um idoso de 71 anos também teve de ser ressuscitado após receber a dipirona.

Apesar de não ter havido suspeitas no início porque o homem era alérgico, somente quando a segunda vítima apresentou os mesmos sintomas, as autoridades agiram. O caso também passou a ser investigado porque os sintomas de reação alérgica seriam diferentes.

Recolhido da rede municipal, o lote será encaminhado para análise em Curitiba. A prefeitura avisou outros municípios da região e fez vistorias em hospitais privados. Fabricante do medicamento, o laboratório Teuto Brasileiro não se pronunciou.

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