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Brasil

Amazonas já tem 30 usinas geradoras de oxigênio instaladas

Somados, os equipamentos têm capacidade diária de produção do gás de 15,5 mil metros cúbicos

Redação Jornal de Brasília

17/02/2021 16h35

João Paulo de Brito
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O estado do Amazonas já conta com 30 usinas geradoras de oxigênio medicinal, que foram instaladas em unidades de saúde da capital amazonense e em municípios do interior. Ao todo, os aparelhos conseguem produzir 15,5 mil metros cúbicos de oxigênio, por dia. A instalação dos equipamentos tem o objetivo de para abastecer a região que passou por uma crise devido a falta do gás utilizado no tratamentos de pacientes que foram internados com Covid-19. A ação é coordenada pelo Ministério da Saúde, em conjunto com o governo do Amazonas e prefeituras.

São 74 usinas e miniusinas programadas para serem instaladas no Amazonas. Das 30 já em operação, 16 estão em Manaus, sendo três na rede privada. As outras 14 estão no interior, nos municípios de Itacoatiara (3), Parintins (2), Maués (2), Manacapuru (1), Tabatinga (1), Tefé (1), Coari (1), Autazes (1), Nova Olinda do Norte (1) e Humaitá (1).

Há, no momento, 15 usinas em trânsito. Cinco delas, fruto de doação da União BR, chegaram em Manaus na última terça-feira (16/2) e serão encaminhadas pelo Ministério da Saúde e Marinha do Brasil para os municípios de Codajás, Tapauá, Apuí, Urucará e Santo Antônio do Içá. Estão em processo de aquisição mais 29 usinas. A orientação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, é para que os hospitais dos municípios polos contem com usina própria, garantindo autonomia na produção de oxigênio.

As usinas e miniusinas estão sendo adquiridas pelo Ministério da Saúde, governo estadual, prefeituras, empresa fornecedora White Martins e rede privada de saúde de Manaus. Também há equipamentos provenientes de doações da União BR, Sírio Libanês/Fundação Itaú, SOS Amazonas, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Hospital do Amor da Amazônia de Porto Velho/RO e Instituto Tchibum.

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTES

Além da instalação das usinas e regularização do abastecimento de oxigênio dos hospitais, a operação de reorganização da rede pública no Amazonas também inclui a transferência de pacientes para tratamento em outros estados, em leitos disponibilizados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

Já foram realizadas, nesta semana, 38 transferências de pacientes do interior (Parintins, Tabatinga, Coari e Tefé) para Manaus.

Com informações do Ministério da Saúde

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