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Mãe de prefeita chama PM após filha sofrer suposta agressão em Guajará, RO

De acordo com a PM, o chamado foi feito pela mãe da vítima. Pela ligação, a mulher informou que a filha estava sendo espancada pelo marido

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na noite do último sábado, 15, a mãe da prefeita de Guajará-Mirim (RO) acionou a Polícia Militar (PM) depois que a filha foi supostamente agredida pelo marido, Antônio Bento do Nascimento, 55. Um boletim foi registrado, mas a prefeita Raissa da Silva Paes (MDB) não quis prestar queixa contra o companheiro.

No registro feito, consta que no fim da noite o Ciop recebeu um chamado para atender um caso de lesão corporal no bairro Serraria. É neste bairro que a residência da prefeita fica localizada.

De acordo com a PM, o chamado foi feito pela mãe da vítima. Pela ligação, a mulher informou que a filha estava sendo espancada pelo marido, Antônio.

Ao chegarem no local, os policiais informaram à prefeita sobre o chamado de violência doméstica com lesão corporal. Raíssa afirmou aos policiais que desde às 18h do sábado, ela e o esposo estavam consumindo bebidas alcoólicas e que em determinado momento acabaram discutindo. Segundo ela, Antônio a empurrou e ela caiu no chão, o que resultou em uma lesão no joelho esquerdo.

Durante o atendimento da agressão, Raíssa não quis fazer registro da agressão.

O registro da polícia cita que no interior da casa havia uma TV de LED quebrada e diversos objetos jogados no chão.

Segundo uma testemunha, que afirma ter presenciado a cena, relatou a PM que não houve agressões e que a parlamentar se desequilibrou no chão molhado e caiu.

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O esposo da prefeita, Antônio Bento do Nascimento, não quis relatar sobre o fato. Ele disse que a esposa estava ingerindo bebida alcoólica e que havia se exaltado, ‘e partiu para cima dele’.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, Antônio falou que representaria contra os policiais por entrarem em sua casa sem autorização.

A PM disse que voltou a conversar com a prefeita, que voltou a afirmar que não iria até a delegacia fazer ocorrência ou exame de corpo de delito. Raíssa disse que resolveria o assunto com seu marido.

A guarnição registrou a ocorrência e encaminhou o caso para a delegacia da Polícia Civil, que deve dar prosseguimento ao caso.

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Histórico de agressões

Raíssa da Silva Paes já regustrou ocorrência policial ou formulou pedido de medida protetiva de urgência envolvendo Antônio, com quem tem dois filhos, de 6 e 3 anos.

Segundo ela, as crianças chegaram a presenciar atos de violência praticados pelo agressor.

No entanto, não há relato de ameaças ou agressões físicas pelo agressor nos últimos meses. O agressor não descumpriu nenhuma medida protetiva anteriormente.

Também foi oferecido abrigo temporário, fornecido por Órgão Público específico, mas Raíssa não quis por não considerar risco iminente de morte.

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