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Cadelas ficam feridas ao atacar porco-espinho em Teresina

As duas atacaram um porco-espinho que apareceu no rancho onde vivem com as tutoras, mãe e filha, Mônica e Tabatta Arrivabene

Redação Jornal de Brasília

11/07/2022 11h43

Foto: Tabatta Arrivabene/Arquivo pessoal

Na manhã desta segunda-feira, 11, as cadelinhas Amarula e Tequila, de seis e oito anos, viveram um momento de grande susto, na Zona Sul de Teresina. As duas atacaram um porco-espinho que apareceu no rancho onde vivem com as tutoras, mãe e filha, Mônica e Tabatta Arrivabene. As duas são médicas veterinárias e tiveram que sedar as cadelas para poder tirar os espinhos.

Tabatta contou que ela e a mãe perceberam que as cadelas tinham ficado feridas por volta das 5h30, quando saíram e viram as carinhas das duas cobertas de espinhos. As cachorras tinham espinhos até na língua e no céu da boca.

Ela afirma que foram cerca de duas horas e meia para conseguir tirar tudo e tiveram que aplicar tranquilizantes. Após o susto e de tirar todos os espinhos, elas estão bem, não tiveram nada grave.

Ela explicou, contudo, que às vezes os espinhos do animal podem causar danos graves, como cegueira, se atingirem os olhos de outros bichos, como os cães.

A orientação é levar imediatamente para o veterinário e não tentar tirar. Caso o porco-espinho continue no lugar, o ideal é acionar a Polícia Ambiental. Apesar de ele não ser um animal valente, de não atacar, mas é importante não tentar pegar. Ele solta os espinhos se você encostar.

No caso de Amarula e Tequila, Tabatta contou que ela e a mãe já estão quase acostumadas com os sustos.

As cadelas ainda não tinham se envolvido em “acidentes” com um porco-espinho, mas já tinham atacado outros animais, inclusive cobras como a jiboia e a coral.

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