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Descoberta de adaptação de células à disponibilidade de oxigênio leva Nobel de Medicina

De acordo com os organizadores do prêmio, essa sensibilidade das células é central em um grande número de doenças

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Foto: Jonathan Nackstrand/AFP
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Os pesquisadores William Kaelin, Gregg Semenza, ambos dos Estados Unidos, e sir Peter Ratcliffe, do Reino Unido, foram laureados na manhã desta segunda-feira (7) com o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina 2019 pela descoberta de como as células sentem e se adaptam à disponibilidade de oxigênio.

De acordo com os organizadores do prêmio, essa sensibilidade das células é central em um grande número de doenças. As descobertas feitas pelos três pesquisadores têm uma importância fundamental para a fisiologia e pavimentou o caminho para novas estratégias promissoras para combater, por exemplo, anemia e câncer.

O trio, em diferentes trabalhos ao longo das últimas décadas, revelou os mecanismos que fazem com que as células se adaptem à disponibilidade de oxigênio no corpo. Por exemplo, quando há mudanças de altitude e diminui a oferta de oxigênio no ambiente ou quando fazemos exercícios físicos e os músculos ficam sem oxigênio. As pesquisas mostraram como as células rapidamente lidam com isso.

Estadão Conteúdo


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