O retorno do meia Valdívia aos campos é uma incógnita. Por enquanto, o departamento médico do Palmeiras não confirmou a entrada do camisa 10 para o jogo do Palmeiras contra o Atlético-PR, na próxima rodada. O chileno está fora do compromisso deste domingo, ainda sentindo fortes dores nas costas.
“Esse tipo de problema não permite uma previsão mais precisa, pois depende muito de como o jogador reage. Como o Valdívia tem muita vontade de voltar, acredito que ele estará à disposição na próxima semana”, assegurou o médico do Verdão, Rubens Sampaio.
O próprio técnico Caio Júnior havia antecipado à imprensa que o tipo de lesão, uma contusão traumática na região entre as costas e a bacia, é difícil de ser medida pelos médicos. A prova disso é que Valdívia chegou a entrar no segundo tempo do empate em 1 x 1 com o Botafogo, na última quinta. O jogador fora autorizado a viajar ao Chile para acompanhar o nascimento de sua filha, Agustina. Durante o período fora do Brasil, realizou tratamento intensivo à base de gelo e antibióticos e chegou a informar os médicos do Verdão que não sentia mais dores.
No treino de sexta, contudo, era visível o desconforto do jogador, que a todo momento levava a mão nas costas em clara sensação de dor. “O jogador sente um desconforto cada vez que faz um movimento mais brusco, como nos giros em velocidade, por exemplo. Isso limita sua capacidade de atuar em uma partida”, explicou Sampaio.
“Não é uma lesão muscular, que precisa de tratamento específica. Ele levou um choque muito forte, atingiu o osso, e é difícil avaliar a gravidade. É uma dor que só ele pode dizer o quanto está doendo”, disse Caio Júnior, cuja esperança está no fato do Verdão ter a semana inteira que vem à disposição para trabalhar a recuperação de sua estrela.
Além de Valdívia, o técnico Caio Júnior não poderá contar com o lateral-esquerdo Leandro, o volante Martinez e o meia Deyvid, todos suspensos pelo terceiro cartão amarelo. No treino de sábado, o treinador esboçou mudanças na equipe e promoveu o retorno do 4-4-2 com: Diego Cavalieri, Wendel, Gustavo, Dininho e Valmir; Pierre, Francis, Makelele e Edmundo; Luiz Henrique e Max. Ao que parece, Caio é mesmo carta descartada para o treinador.
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O próprio técnico Caio Júnior havia antecipado à imprensa que o tipo de lesão, uma contusão traumática na região entre as costas e a bacia, é difícil de ser medida pelos médicos. A prova disso é que Valdívia chegou a entrar no segundo tempo do empate em 1 x 1 com o Botafogo, na última quinta. O jogador fora autorizado a viajar ao Chile para acompanhar o nascimento de sua filha, Agustina. Durante o período fora do Brasil, realizou tratamento intensivo à base de gelo e antibióticos e chegou a informar os médicos do Verdão que não sentia mais dores.
No treino de sexta, contudo, era visível o desconforto do jogador, que a todo momento levava a mão nas costas em clara sensação de dor. “O jogador sente um desconforto cada vez que faz um movimento mais brusco, como nos giros em velocidade, por exemplo. Isso limita sua capacidade de atuar em uma partida”, explicou Sampaio.
“Não é uma lesão muscular, que precisa de tratamento específica. Ele levou um choque muito forte, atingiu o osso, e é difícil avaliar a gravidade. É uma dor que só ele pode dizer o quanto está doendo”, disse Caio Júnior, cuja esperança está no fato do Verdão ter a semana inteira que vem à disposição para trabalhar a recuperação de sua estrela.
Além de Valdívia, o técnico Caio Júnior não poderá contar com o lateral-esquerdo Leandro, o volante Martinez e o meia Deyvid, todos suspensos pelo terceiro cartão amarelo. No treino de sábado, o treinador esboçou mudanças na equipe e promoveu o retorno do 4-4-2 com: Diego Cavalieri, Wendel, Gustavo, Dininho e Valmir; Pierre, Francis, Makelele e Edmundo; Luiz Henrique e Max. Ao que parece, Caio é mesmo carta descartada para o treinador.
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