O Santos ainda não se deu por vencido na batalha de bastidores que deve tirar a Vila Belmiro das finais do Campeonato Paulista. Na noite dessa quinta-feira, o presidente Marcelo Teixeira assegurou que, caso não possa utilizar o seu estádio, o Peixe também não enfrentará o São Paulo no Morumbi, em uma hipotética decisão do Estadual.
“Vou lutar para que sejam definidos critérios, sem privilegiar ninguém. Hoje, não se pode afirmar que o Morumbi seja neutro. Ali é o estádio do São Paulo. Portanto, se não pudermos jogar na Vila, naturalmente que deve haver o mesmo critério com o outro clube. O que não pode acontecer é jogarmos no estádio adversário como se fosse neutro”, protestou o cartola, em entrevista ao jornal A Tribuna.
Após os incidentes registrados no último clássico entre Santos e São Paulo, quando torcedores das duas equipes entraram em conflito na Vila Belmiro, a diretoria do Tricolor iniciou um lobby para vetar o estádio do rival na etapa final do Paulistão. Os mandos de campo desta fase pertencem à Federação Paulista de Futebol (FPF).
Marco Polo Del Nero, presidente da FPF, considera Pacaembu e Morumbi como palcos ideais para a decisão. Já o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) puniu o Santos com a perda de um mando de campo pela briga ocorrida no clássico – pena que será cumprida contra o Juventus, em 11 de abril – e multa de R$ 200 mil. O Santos avisou que recorrerá desta sanção.
No clássico contra o Corinthians, quarta-feira, a Polícia Militar não computou nenhum incidente de gravidade dentro da Vila Belmiro. Quatro torcedores foram encaminhados ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) montado no estádio, sendo que um deles, por agressão, comprometeu-se a pagar cestas básicas. Para a diretoria do Peixe, é a prova de que o Urbano Caldeira é seguro.
“Vou lutar para que sejam definidos critérios, sem privilegiar ninguém. Hoje, não se pode afirmar que o Morumbi seja neutro. Ali é o estádio do São Paulo. Portanto, se não pudermos jogar na Vila, naturalmente que deve haver o mesmo critério com o outro clube. O que não pode acontecer é jogarmos no estádio adversário como se fosse neutro”, protestou o cartola, em entrevista ao jornal A Tribuna.
Após os incidentes registrados no último clássico entre Santos e São Paulo, quando torcedores das duas equipes entraram em conflito na Vila Belmiro, a diretoria do Tricolor iniciou um lobby para vetar o estádio do rival na etapa final do Paulistão. Os mandos de campo desta fase pertencem à Federação Paulista de Futebol (FPF).
Marco Polo Del Nero, presidente da FPF, considera Pacaembu e Morumbi como palcos ideais para a decisão. Já o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) puniu o Santos com a perda de um mando de campo pela briga ocorrida no clássico – pena que será cumprida contra o Juventus, em 11 de abril – e multa de R$ 200 mil. O Santos avisou que recorrerá desta sanção.
No clássico contra o Corinthians, quarta-feira, a Polícia Militar não computou nenhum incidente de gravidade dentro da Vila Belmiro. Quatro torcedores foram encaminhados ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) montado no estádio, sendo que um deles, por agressão, comprometeu-se a pagar cestas básicas. Para a diretoria do Peixe, é a prova de que o Urbano Caldeira é seguro.