O técnico do Boca Juniors, Carlos Ischia, disse hoje que ainda não acordou sua saída com os dirigentes do clube, e que está “firme” na sua decisão de não se demitir.
Após a eliminação do Boca na Copa Libertadores, o presidente do clube argentino, Jorge Ameal, disse à imprensa que “houve um acordo” entre a direção e Ischia, e que o técnico deixaria o cargo ao fim o Torneio Clausura, em julho.
“Para mim, se trata de uma demissão. Uma pessoa que é demitida não segue trabalhando. No sábado passado, estive no hotel com o presidente e no domingo com dois dirigentes. Pediram que me afastasse e disse que não”, comentou o técnico em coletiva de imprensa.
“Disseram para mim que quando terminasse o torneio buscariam treinador. Não estou de acordo com minha saída, mas entendo o momento. Eu ainda não assinei a rescisão”, disse Ischia.
O documento da rescisão “foi entregue para mim ontem, mas não estava bem redigido. Quando for correto, veremos como terminamos. Para mim é demissão. Eles falaram de comum acordo”, assinalou.