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Outros conselheiros do Peixe aplaudiram a idéia, registrada na ata do encontro. Resta, agora, o presidente Marcelo Teixeira acatar a vontade de seus correligionários. “Os conselheiros falaram isso, mas quero ver pingar no meu bolso”, brincou Wanderley Luxemburgo, nesta quarta-feira.
Com um sorriso mais amarelo, o treinador minimizou o assunto. “Mas está bom demais como está. É legal você ter o reconhecimento do seu trabalho, mas não vejo isso como se tivesse alguma importância”, reconheceu Luxemburgo, satisfeito com o salário que o clube lhe paga. “O profissional tem que receber aquilo que merece.”
Luxemburgo, por sinal, está cada vez mais vinculado ao Santos. Recentemente, ele se tornou o sócio número 20 mil do Peixe. “Disse para o Marcelo (Teixeira) que eu queria ser sócio e calhou de ser um número bom. Isso é legal, porque já estou bastante identificado com a cidade. Não vejo motivos para não ser sócio do clube também”, comentou o treinador, que é dono de um bar localizado no Centro Histórico de Santos.
Após cinco anos ininterruptos como associado, Luxemburgo terá o direito de se juntar àqueles que lhe apoiaram no Conselho Deliberativo do Santos. Para se candidatar ao cargo de presidente, ele precisaria ser sócio há dez anos, além de ter exercido três mandatos como conselheiro. O técnico nega o desejo de fazer carreira política no clube.
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