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Futebol

Sequência de Tite independe de Majestoso e histórico de quedas

Arquivo Geral

19/09/2011 15h40

Tite não precisa se afligir com o histórico de treinadores demitidos pelo Corinthians depois de derrotas para o São Paulo. O fato de a diretoria garantir o técnico até o final de seu contrato, mesmo em caso de derrota no clássico de quarta-feira, no Morumbi, não tem a ver com a possibilidade de virar motivo de piada por aumentar a lista de vítimas do rival tricolor.

 

“Não é pela rivalidade. Nós temos colocado isso, e mais uma vez eu vou repetir, o trabalho do Tite não está em risco, com vitória ou derrota para o São Paulo”, disse Duílio Monteiro Alves, diretor de futebol, na manhã desta segunda-feira. “Isso (o clássico) não influencia em nada. Ele segue trabalhando. É que infelizmente os resultados não apareceram nas últimas rodadas”.

 

Ao todo, 14 técnicos já foram demitidos depois de resultado adverso em Majestoso: Joseph Tiger, Alcides Aguiar, Rato, Oswaldo Brandão, João Lima, Dino Sani – duas vezes -, Julinho, Cilinho, Júnior, Juninho Fonseca, o próprio Tite, Daniel Passarella, Antônio Lopes e Ademar Braga.

 

Em 2005, Tite viu o Corinthians ser derrotado por 1 a 0 para a equipe são-paulina, com gol do agora corintiano Danilo, e acabou demitido. Na ocasião, o goleiro Rogério Ceni ainda defendeu um pênalti cobrado pelo lateral direito Coelho – o empresário iraniano Kia Joorabchian (da então polêmica parceria MSI) irritou-se porque queria o atacante Tevez como batedor e demitiu Tite.

 

Desta vez, pesa o respaldo do presidente Andrés Sanchez, que não tem costume de mandar treinadores embora – a única exceção foi Adilson Batista, no ano passado. “Essa linha de pensamento que a gente está seguindo é a da nosso presidente há muito tempo. A diretoria conversa diariamente”, enfatizou o ex-jogador Edu Gaspar, atual gerente de futebol corintiano.

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