Com apenas uma derrota em toda a campanha no Campeonato Paulista até aqui, o São Paulo adotou o discurso da simplicidade e demonstra respeito ao São Caetano para a primeira partida semifinal do Campeonato Paulista, neste domingo, no Pacaembu. Faz sentido, afinal o Azulão foi o responsável pelo revés, 1 x 0 no Anacleto Campanella, no último dia 25 de março, pela 15ª rodada da fase de classificação.
“Aquela foi uma situação atípica. Agora é diferente. É um mata-mata, uma decisão, e temos uma motivação maior. A gente tem que procurar fazer o básico, o simples. Não adianta falar em buscar algo a mais. E chegamos à semifinal, é porque tivemos justamente esse algo a mais. Não podemos pecar nos detalhes para não acontecer igual 2004”, explicou o volante Josué.
O camisa 8 se refere ao ano em que o Azulão se sagrou campeão Paulista, superando o próprio São Paulo nas quartas-de-final, com uma vitória em pleno Morumbi. Fora isso, o retrospecto do time do ABC no Paulistão é melhor: em cinco partidas, foram três vitórias azulinas contra apenas duas do Tricolor.
“Hoje os adversários entendem todo o movimento das equipes. Não tem mais bobo no futebol, por isso acabou a individualidade. Vale o conjunto e o time precisa estar bem treinado. Você pega o Bragantino, por exemplo, ele não pode ser considerado uma surpresa. Foi o time mais chato que enfrentamos, manteve a base do ano passado”, avaliou o técnico Muricy Ramalho.
Até pela importância que envolve a semana são-paulina, afinal entre os dois jogos da semifinal está marcado um confronto decisivo contra o Alianza Lima, pela Copa Libertadores, o objetivo no Morumbi é fugir das polêmicas.
“Vamos procurar falar pouco. É uma semana diferente, com jogos decisivos pelo Campeonato Paulista e Libertadores. A alegria e a confiança existem, mas sabemos que existe a hora certa de brincar. Também devemos evitar polêmicas. Nada de declarações que possam provocar o nosso adversário”, afirmou Josué.
“Aquela foi uma situação atípica. Agora é diferente. É um mata-mata, uma decisão, e temos uma motivação maior. A gente tem que procurar fazer o básico, o simples. Não adianta falar em buscar algo a mais. E chegamos à semifinal, é porque tivemos justamente esse algo a mais. Não podemos pecar nos detalhes para não acontecer igual 2004”, explicou o volante Josué.
O camisa 8 se refere ao ano em que o Azulão se sagrou campeão Paulista, superando o próprio São Paulo nas quartas-de-final, com uma vitória em pleno Morumbi. Fora isso, o retrospecto do time do ABC no Paulistão é melhor: em cinco partidas, foram três vitórias azulinas contra apenas duas do Tricolor.
“Hoje os adversários entendem todo o movimento das equipes. Não tem mais bobo no futebol, por isso acabou a individualidade. Vale o conjunto e o time precisa estar bem treinado. Você pega o Bragantino, por exemplo, ele não pode ser considerado uma surpresa. Foi o time mais chato que enfrentamos, manteve a base do ano passado”, avaliou o técnico Muricy Ramalho.
Até pela importância que envolve a semana são-paulina, afinal entre os dois jogos da semifinal está marcado um confronto decisivo contra o Alianza Lima, pela Copa Libertadores, o objetivo no Morumbi é fugir das polêmicas.
“Vamos procurar falar pouco. É uma semana diferente, com jogos decisivos pelo Campeonato Paulista e Libertadores. A alegria e a confiança existem, mas sabemos que existe a hora certa de brincar. Também devemos evitar polêmicas. Nada de declarações que possam provocar o nosso adversário”, afirmou Josué.