Como aconteceu no ano passado nos jogos contra o Chivas, o São Paulo enfrentou um jogo recheado de provocações nesta quarta-feira diante de outro rival mexicano, o Necaxa, pela Libertadores da América. Os jogadores do Tricolor fizeram questão de devolver o “olé” sofrido na derrota de virada em Aguascalientes.
“Pimenta é refresco. Lá eles gritaram olé. Quem apanha sempre lembra. Fora da bola, levei vários chutes no jogo de hoje. Os jogadores do Necaxa começaram a provocar, falavam que estavam em primeiro no grupo. Nós só respondíamos que estávamos vencendo o líder de 3 x
O camisa dez reconhece que o São Paulo entrou com motivação extra diante do Necaxa. Afinal, no jogo anterior realizado no México, o Tricolor tinha vantagem no marcador, relaxou e permitiu a virada do adversário, que estava entalado na garganta.
Além disso, Souza exaltou o controle emocional apresentado pelo São Paulo perante as provocações do Necaxa. “Também temos a nossa catimba, usamos a malandragem, mas sempre respeitando. A gente nunca menospreza um adversário”, explicou.
Já o meio-campista Hugo saiu do gramado em um acalorado bate-boca com o zagueiro argentino Quattrocci. “Ele ficou irritado porque dei um toque de letra. Eles esnobaram a gente no México e aqui veio o troco”, disse. “Sabemos que temos um futebol com mais brilho. Eles ficam com raiva. Fizemos 3 x 0 e demos chocolate”, completou o camisa 11.