Menu
Futebol

Santos prega humildade para alcançar trunfo no competição

Arquivo Geral

03/04/2007 0h00

O Santos não se deixa levar pela impecável campanha que vem fazendo em 2007. Segundo os jogadores, um dos trunfos para continuar vencendo é manter a humildade do início do ano, quando a equipe ainda não era unanimidade.

“Estamos no caminho certo, mas ainda não dá para comemorar nada. Sabemos que ainda temos muita coisa pela frente”, afirmou o volante Rodrigo Souto. “Respeito é a palavra. A gente sempre respeita todas as equipes, e isso é importante para conseguirmos os resultados”, pregou.

Destaque do Santos e do futebol brasileiro, o meia Zé Roberto dá o exemplo para seus companheiros. “Sou igual a todos. Sempre tratei as coisas com muita simplicidade e, agora, não é diferente. Foi dessa maneira que cheguei no auge da minha carreira. A humildade sempre foi a minha marca, e não tenho motivos para mudar isso”, discursou o veterano.

O também experiente e elogiado goleiro Fábio Costa faz discurso semelhante ao do meio-campista. Ele é outro que não se considera melhor do que ninguém. “Não adianta eu fazer três, quatro boas defesas, se o time perder. O que eu não posso é deixar que a vaidade extrapole. Aqui, todos são peças importantes para o processo”, comentou.

O fato é que Zé Roberto é mesmo quem mais tem motivos para deixar de lado a humildade. Seus colegas sabem disso. “Ele é um jogador diferenciado, que pode fazer a diferença em um lance. Se o bicho pega, dá no pé dele que ele resolve. Isso é essencial para uma equipe que quer ser campeã”, enalteceu Fábio Costa. “Ele representa muito, tem uma ótima qualidade. Nós só ganhamos com ele”, concordou Rodrigo Souto.

A estrela do Santos sempre atribui sua boa fase à liberdade que o técnico Wanderley Luxemburgo lhe deu em campo. Ao falar sobre o novo posicionamento, ele quase esqueceu a característica que é trunfo do Peixe. “Se eu jogasse nessa posição com 22, 23 anos, deveria estar brigando pela Bola de Ouro”, sorriu. “Brincadeira. Existem grandes jogadores nessa função, e eu não chego nem aos pés dele”, corrigiu Zé Roberto, que, desta vez, exagerou na humildade.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado