O Santos não se deixa levar pela impecável campanha que vem fazendo em 2007. Segundo os jogadores, um dos trunfos para continuar vencendo é manter a humildade do início do ano, quando a equipe ainda não era unanimidade.
“Estamos no caminho certo, mas ainda não dá para comemorar nada. Sabemos que ainda temos muita coisa pela frente”, afirmou o volante Rodrigo Souto. “Respeito é a palavra. A gente sempre respeita todas as equipes, e isso é importante para conseguirmos os resultados”, pregou.
Destaque do Santos e do futebol brasileiro, o meia Zé Roberto dá o exemplo para seus companheiros. “Sou igual a todos. Sempre tratei as coisas com muita simplicidade e, agora, não é diferente. Foi dessa maneira que cheguei no auge da minha carreira. A humildade sempre foi a minha marca, e não tenho motivos para mudar isso”, discursou o veterano.
O também experiente e elogiado goleiro Fábio Costa faz discurso semelhante ao do meio-campista. Ele é outro que não se considera melhor do que ninguém. “Não adianta eu fazer três, quatro boas defesas, se o time perder. O que eu não posso é deixar que a vaidade extrapole. Aqui, todos são peças importantes para o processo”, comentou.
O fato é que Zé Roberto é mesmo quem mais tem motivos para deixar de lado a humildade. Seus colegas sabem disso. “Ele é um jogador diferenciado, que pode fazer a diferença em um lance. Se o bicho pega, dá no pé dele que ele resolve. Isso é essencial para uma equipe que quer ser campeã”, enalteceu Fábio Costa. “Ele representa muito, tem uma ótima qualidade. Nós só ganhamos com ele”, concordou Rodrigo Souto.
A estrela do Santos sempre atribui sua boa fase à liberdade que o técnico Wanderley Luxemburgo lhe deu em campo. Ao falar sobre o novo posicionamento, ele quase esqueceu a característica que é trunfo do Peixe. “Se eu jogasse nessa posição com 22, 23 anos, deveria estar brigando pela Bola de Ouro”, sorriu. “Brincadeira. Existem grandes jogadores nessa função, e eu não chego nem aos pés dele”, corrigiu Zé Roberto, que, desta vez, exagerou na humildade.
“Estamos no caminho certo, mas ainda não dá para comemorar nada. Sabemos que ainda temos muita coisa pela frente”, afirmou o volante Rodrigo Souto. “Respeito é a palavra. A gente sempre respeita todas as equipes, e isso é importante para conseguirmos os resultados”, pregou.
Destaque do Santos e do futebol brasileiro, o meia Zé Roberto dá o exemplo para seus companheiros. “Sou igual a todos. Sempre tratei as coisas com muita simplicidade e, agora, não é diferente. Foi dessa maneira que cheguei no auge da minha carreira. A humildade sempre foi a minha marca, e não tenho motivos para mudar isso”, discursou o veterano.
O também experiente e elogiado goleiro Fábio Costa faz discurso semelhante ao do meio-campista. Ele é outro que não se considera melhor do que ninguém. “Não adianta eu fazer três, quatro boas defesas, se o time perder. O que eu não posso é deixar que a vaidade extrapole. Aqui, todos são peças importantes para o processo”, comentou.
O fato é que Zé Roberto é mesmo quem mais tem motivos para deixar de lado a humildade. Seus colegas sabem disso. “Ele é um jogador diferenciado, que pode fazer a diferença em um lance. Se o bicho pega, dá no pé dele que ele resolve. Isso é essencial para uma equipe que quer ser campeã”, enalteceu Fábio Costa. “Ele representa muito, tem uma ótima qualidade. Nós só ganhamos com ele”, concordou Rodrigo Souto.
A estrela do Santos sempre atribui sua boa fase à liberdade que o técnico Wanderley Luxemburgo lhe deu em campo. Ao falar sobre o novo posicionamento, ele quase esqueceu a característica que é trunfo do Peixe. “Se eu jogasse nessa posição com 22, 23 anos, deveria estar brigando pela Bola de Ouro”, sorriu. “Brincadeira. Existem grandes jogadores nessa função, e eu não chego nem aos pés dele”, corrigiu Zé Roberto, que, desta vez, exagerou na humildade.