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Futebol

Sanchez faz "loucura" por Tevez e diz que aceitaria ajuda de Kia

Arquivo Geral

12/07/2011 18h55

A estratégia do Corinthians para tirar o argentino Carlitos Tevez do Manchester City está traçada e já foi proposta. Com recursos seus, o clube ofereceu aproximadamente 40 milhões de euros por 100% dos direitos econômicos do atacante para um contrato de duração de no mínimo quatro anos.

 

 

“Vamos comprometer anualmente de 20% a 25% das cotas de televisão”, disse o presidente Andrés Sanchez, explicando que não mexerá mais na oferta enviada. “Esse é o limite total, bati a cabeça comigo à noite e deu essa loucura. Se o Manchester pedir mais, ele vai continuar lá”.

 

 

A loucura, segundo ele, “bateu” assim que soube da possibilidade de o ídolo corintiano ser contratado por outras equipes brasileiras. Especula-se que Santos, ainda que o presidente do clube da Vila Belmiro negue, tenha sido um dos interessados em contratar o argentino.

 

 

O mandatário corintiano reforçou ainda que conversou apenas com o agente do jogador, Adrian Rocco, e com o próprio Tevez, mas também se mostrou tranquilo quanto a uma eventual participação de Kia Joorabchian – ex-presidente da MSI, fundo de investimento suspeito de negócios ilícitos, que levou Tevez e outros atletas ao Corinthians, em 2005 – na negociação.

 

 

“O Kia é muito amigo do Tevez, mas o representante dele desde a primeira passagem no Brasil é o Adrian. O Kia tinha os direitos e os vendeu ao Manchester City, mas eu também não teria problema nenhum (em aceitar ajuda do Kia). É óbvio que já deve estar sabendo”, destacou.

 

 

Com ou sem Kia, o Corinthians tem pouco tempo para sacramentar o negócio, uma vez que a janela de transferências internacionais fecha em 20 de julho. O City respondeu o primeiro contato corintiano dizendo que estudaria a proposta, a qual Sanchez classificou como irrecusável.

 

 

Quanto aos salários, o clube estuda ações como as que pagavam Ronaldo. “Não sou diretor de marketing. Eles é que têm que levantar a bunda da cadeira, porque são competentes o suficiente para saber chegar ao valor do salário. Mas muitas coisas já estão adiantadas”, concluiu.

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