Apesar de ocupar o posto de ídolo máximo do São Paulo nos últimos anos, o goleiro Rogério Ceni jamais teve uma história de sucesso na seleção brasileira, em grande parte preterido pelos treinadores que passaram pelo escrete nacional. Entretanto, o capitão tricolor voltou a minimizar sua história com o time do técnico Dunga e apóia a opção dele e de seus antecessores por outros arqueiros.
“A seleção brasileira não muda em nada a minha vida. Se eu estivesse nela, poderia até mudar, mas como estou fora, ela não influencia. A responsabilidade é de quem está convocando e, por enquanto, acho que as escolhas foram corretas. O Júlio César é um excelente goleiro”, avaliou o camisa 1, ao canal Sportv.
Pentacampeão mundial com a seleção na Copa de 2002, Rogério era o terceiro goleiro. Voltou ao torneio mais importante do mundo em 2006, desta vez como reserva imediato de Dida, e mostra que não ficaram rusgas por jamais ter tido a confiança necessária para ser a primeira opção do setor.
“Em 2002, o Marcos vivia uma ótima fase e estava pegando tudo. E tinha a confiança do Felipão para ser o titular, era a melhor opção. Em 2006 sim, eu estava na minha melhor forma física, mas o Parreira fez o certo em levar o Dida, que tinha trabalhado com ele no Corinthians e já conhecia o seu estilo”, completou.
A boa forma se manteve e, por enquanto, Rogério também segue ausente da lista de convocados de Dunga. “Eu não sou o técnico, isso é problema dele (risos)”, brincou, para pouco depois mostrar que a prioridade é apenas o São Paulo. “Não tenho pretensões nem de treinar um clube, quanto mais a seleção. Minha história no São Paulo é infinita comparada a minha história na seleção brasileira”, resumiu.
Com a ‘amarelinha’, o capitão conquistou também a Copa das Confederações em 1997, disputada na Arábia Saudita. Pelo Tricolor, contudo, a lista de títulos é extensa e contém dois Brasileiros (2007 e 2006), duas Libertadores (1993 e 2005), dois Mundiais de Clubes (1993 e 2005), três Paulistas (1998, 2000 e 2005), um Torneio Rio-São Paulo (2001), uma Conmebol (1994) e uma Recopa (1993).
Se falta um técnico habituado ao seu estilo no comando da seleção, Rogério tem a ‘solução’ ao indicar o seu comandante atual, Muricy Ramalho, para o cargo em 2014, quando a Copa será sediada no Brasil. Para o camisa 1, é uma opção forte, gabaritada pelos bicampeonato Brasileiro.
“Quem sabe o Muricy não treine a seleção em 2014, já que o Dunga anunciou que pretende deixar a seleção até lá? Ele é um dos grandes nomes para o cargo. Hoje, o Muricy é o melhor treinador do Brasil. Ninguém ganha dois títulos brasileiros seguidos sem ter competência”, analisou.
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Pentacampeão mundial com a seleção na Copa de 2002, Rogério era o terceiro goleiro. Voltou ao torneio mais importante do mundo em 2006, desta vez como reserva imediato de Dida, e mostra que não ficaram rusgas por jamais ter tido a confiança necessária para ser a primeira opção do setor.
“Em 2002, o Marcos vivia uma ótima fase e estava pegando tudo. E tinha a confiança do Felipão para ser o titular, era a melhor opção. Em 2006 sim, eu estava na minha melhor forma física, mas o Parreira fez o certo em levar o Dida, que tinha trabalhado com ele no Corinthians e já conhecia o seu estilo”, completou.
A boa forma se manteve e, por enquanto, Rogério também segue ausente da lista de convocados de Dunga. “Eu não sou o técnico, isso é problema dele (risos)”, brincou, para pouco depois mostrar que a prioridade é apenas o São Paulo. “Não tenho pretensões nem de treinar um clube, quanto mais a seleção. Minha história no São Paulo é infinita comparada a minha história na seleção brasileira”, resumiu.
Com a ‘amarelinha’, o capitão conquistou também a Copa das Confederações em 1997, disputada na Arábia Saudita. Pelo Tricolor, contudo, a lista de títulos é extensa e contém dois Brasileiros (2007 e 2006), duas Libertadores (1993 e 2005), dois Mundiais de Clubes (1993 e 2005), três Paulistas (1998, 2000 e 2005), um Torneio Rio-São Paulo (2001), uma Conmebol (1994) e uma Recopa (1993).
Se falta um técnico habituado ao seu estilo no comando da seleção, Rogério tem a ‘solução’ ao indicar o seu comandante atual, Muricy Ramalho, para o cargo em 2014, quando a Copa será sediada no Brasil. Para o camisa 1, é uma opção forte, gabaritada pelos bicampeonato Brasileiro.
“Quem sabe o Muricy não treine a seleção em 2014, já que o Dunga anunciou que pretende deixar a seleção até lá? Ele é um dos grandes nomes para o cargo. Hoje, o Muricy é o melhor treinador do Brasil. Ninguém ganha dois títulos brasileiros seguidos sem ter competência”, analisou.
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