As atenções estão todas voltadas para a dupla Leonardo e Diogo, mas com o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro garantido, a Portuguesa vê um forte assédio sobre outros atletas do grupo. O goleiro Tiago é um dos nomes ventilados, mas a diretoria está tranqüila quanto ao seu futuro. Como o arqueiro tem contrato até julho de 2008, a prioridade dentro do Canindé é definir a situação de outros dez jogadores do grupo cujos vínculos se encerram em dezembro.
Os laterais Wilton Goiano e Juninho Goiano, os zagueiros Halisson, Marco Aurélio e Samuel, os meias Dias e Alexandre, mais os atacantes Vaguinho e Souza estarão livres para negociarem seu futuro logo após o término da Segundona. Além deles, o meia Válber retorna ao Atlético-PR com o fim do empréstimo.
A meta da diretoria é acertar todos as renovações o mais rápido possível. E promete ‘benefícios’ aos jogadores. “Sabemos que na Série A os valores são outros. Mas sabemos também que os salários deles vão aumentar”, brincou o presidente lusitano, Manuel da Lupa.
Por enquanto, a preocupação financeira parece ser o menor dos problemas para os jogadores. Até pela euforia do acesso. Capitão simbólico da equipe, o lateral-direito Wilton Goiano garante que, em seu caso especificamente, apenas detalhes atrasam o acerto.
“Ainda falta sentar e conversar. A diretoria já sabe tudo o que precisa ser feito, da minha proposta salarial. No que depender de mim, não vamos ter nenhum problema. Depois de um ano maravilhoso como esse, não tenho motivos para sair”, avaliou o jogador.
Pelo menos um entre todos os contratos que se encerrarão chama a atenção da torcida e já foi solucionado pela diretoria: Vaguinho. O jogador foi flagrado no exame antidoping pelo uso de maconha, está suspenso preventivamente e vai ter o vínculo prolongado automaticamente. O atacante pode pegar um mínimo de 120 dias de gancho e ficar à disposição apenas na reta final da primeira fase do Paulistão.
“Vou chamar o Vaguinho para saber a história verdadeira. Eu sei o que aconteceu, mas quero saber dele a verdade. Mesmo assim vamos renovar o seu contrato. Não podemos cuspir no prato em que comemos. O Vaguinho nos ajudou muito nessa temporada. É uma questão humanitária, de crédito obtido pelo desempenho dentro de campo”, concluiu.
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A meta da diretoria é acertar todos as renovações o mais rápido possível. E promete ‘benefícios’ aos jogadores. “Sabemos que na Série A os valores são outros. Mas sabemos também que os salários deles vão aumentar”, brincou o presidente lusitano, Manuel da Lupa.
Por enquanto, a preocupação financeira parece ser o menor dos problemas para os jogadores. Até pela euforia do acesso. Capitão simbólico da equipe, o lateral-direito Wilton Goiano garante que, em seu caso especificamente, apenas detalhes atrasam o acerto.
“Ainda falta sentar e conversar. A diretoria já sabe tudo o que precisa ser feito, da minha proposta salarial. No que depender de mim, não vamos ter nenhum problema. Depois de um ano maravilhoso como esse, não tenho motivos para sair”, avaliou o jogador.
Pelo menos um entre todos os contratos que se encerrarão chama a atenção da torcida e já foi solucionado pela diretoria: Vaguinho. O jogador foi flagrado no exame antidoping pelo uso de maconha, está suspenso preventivamente e vai ter o vínculo prolongado automaticamente. O atacante pode pegar um mínimo de 120 dias de gancho e ficar à disposição apenas na reta final da primeira fase do Paulistão.
“Vou chamar o Vaguinho para saber a história verdadeira. Eu sei o que aconteceu, mas quero saber dele a verdade. Mesmo assim vamos renovar o seu contrato. Não podemos cuspir no prato em que comemos. O Vaguinho nos ajudou muito nessa temporada. É uma questão humanitária, de crédito obtido pelo desempenho dentro de campo”, concluiu.
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