Garantido na Série A do Campeonato Brasileiro, o Coritiba já começa a pensar na temporada 2008. Após a eleição do novo presidente, renovações e contratações entrarão em pauta. Porém, já se sabe que a situação mais difícil é a do técnico Renê Simões. Um dos responsáveis diretos pelo acesso, o treinador tem uma proposta irrecusável para voltar para Jamaica.
O comandante coxa-branca prefere deixar o assunto para depois do término da competição, mas já adiantou que está sofrendo o assédio. “Não tenho uma, tenho várias propostas. O problema é que se vocês soubessem o meu salário entenderiam a minha cabeça. Ganho muito pouco. Já tive propostas para sair antes e não saí. Estou focado no título”, afirmou o técnico, que dentro do teto salarial do clube recebe cerca de R$ 30 mil mensais.
O atual coordenador de futebol e candidato a presidente da situação, João Carlos Vialle, já sinalizou que deve haver mudanças na comissão técnica, principalmente se ele for eleito. Isso porque durante a temporada houve um desgaste envolvendo as duas partes. O dirigente, inclusive, revela o possível destino de Renê.
“Renê Simões já é um nome importante na história do Coritiba, embora tenha sua trajetória no futebol mais ligada à Jamaica e à seleção feminina. Durante todo ano ele disse que tinha gente atrás dele, a Arábia, a Jamaica. Pessoalmente ele me disse que seria difícil o Coritiba concorrer com a Jamaica, que quer ele de volta”, finalizou.
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O atual coordenador de futebol e candidato a presidente da situação, João Carlos Vialle, já sinalizou que deve haver mudanças na comissão técnica, principalmente se ele for eleito. Isso porque durante a temporada houve um desgaste envolvendo as duas partes. O dirigente, inclusive, revela o possível destino de Renê.
“Renê Simões já é um nome importante na história do Coritiba, embora tenha sua trajetória no futebol mais ligada à Jamaica e à seleção feminina. Durante todo ano ele disse que tinha gente atrás dele, a Arábia, a Jamaica. Pessoalmente ele me disse que seria difícil o Coritiba concorrer com a Jamaica, que quer ele de volta”, finalizou.
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