Depois da conquista da décima Liga dos Campeões, a pressão sobre o clube diminuiu. Pelo menos é o que afirma Cristiano Ronaldo, atual melhor jogador do mundo. O craque português afirmou que, com o título, o clube teria condições de vencer a Champions todos os anos.
“A pressão para ganhar a Décima era máxima, mas agora estamos mais tranquilos. Ainda assim, todos os que jogamos no Real Madrid conhecemos a pressão do clube, falamos da melhor equipe do mundo. Um clube do tamanho do Real deve acreditar que pode ganhar a Champions todos os anos”, afirmou CR7 em entrevista à World Soccer.
O jogador também falou sobre a rivalidade com Messi. “É normal que as pessoas nos comparem, é parte da minha vida. Temos uma relação de rivalidade positiva, não conversamos muito, mas somos companheiros”, minimizou.
O melhor jogador do mundo também aproveitou para elogiar o técnico Carlo Ancelotti, que recentemente disse acreditar que a próxima edição do Bola de Ouro pertencerá novamente ao português.
“Ele é perfeito, uma grande pessoa, um grande treinador. Estamos encantados, ele está fazendo um ótimo trabalho”, elogiou o atacante.
CR7 já marcou 17 gols em 11 jogos nesta temporada, e recuperado de lesões, o atleta vive uma boa fase, nas graças da comissão técnica e da torcida. Sobre o próximo Bola de Ouro, ele não esconde a vontade de seguir como número 1.
“Os prêmios individuais são o resultado de termos conseguido os objetivos coletivos, no ano passado tivemos uma campanha fantástica, faturamos a Liga dos Campeões, a Copa da Espanha e agora a Supercopa da Europa. Um troféu assim é o prêmio por jogar bem em equipe, e não vou mentir, queria realmente ganha-lo. Quero seguir sendo o melhor”, acrescentou o atleta.
Por fim, ele falou sobre suas lesões na temporada passada e sobre os esforços que fez para defender o Real, apesar da situação.
“Se eu tivesse parado teria sido bom, não estava em condições ideais e forcei, não queria perder a final da Chapions nem a Copa do Mundo. Com a equipe ganhamos a Décima e marquei, tudo foi bem, mas com Portugal não foi igual. Na vida não se ganha sem sacrifício, tinha que arriscar. Atletas de elite às vezes levam seu corpo ao máximo”, encerrou o craque.