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Futebol

Preparador de goleiros da seleção nega aposentadoria de Dida

Arquivo Geral

05/10/2006 0h00

Ao contrário do que o técnico Dunga havia dado a entender, o goleiro Dida ainda não decidiu se aposentar da seleção brasileira. Pelo menos é o que garante o preparador de goleiros Wendell Ramalho, que conversou com o jogador do Milan após o fiasco na última Copa do Mundo.

“Logo que o Dunga assumiu, o Dida me telefonou dizendo que a perda do título na Copa o tinha marcado muito e que, por isso, preferia ficar um tempo sem ser convocado. Mas em nenhum momento ele disse que não quer mais jogar na seleção brasileira”, assegurou.

Segundo Dunga, Dida deveria enviar uma carta à comissão técnica explicando seus motivos para não servir mais a seleção brasileira. O preparador de goleiros confirmou a versão de que essa atitude oficializaria a retirada do jogador. Até o momento, no entanto, a correspondência não chegou.

Wendell Ramalho trabalha com Dida desde as divisões de base da seleção brasileira. O goleiro já disputou três Copas do Mundo, foi titular em 2006 e campeão em 2002, quando o dono da camisa um era o palmeirense Marcos. Ganhou ainda duas Copas das Confederações, em 1997 e 2005, a Copa América de 1999 e o Pré-Olímpico de 1996.

A dois dias de completar 33 anos, contudo, Dida dificilmente jogará o Mundial da África do Sul, em 2010. Segundo o preparador de goleiros da seleção brasileira, cinco jogadores têm chances de convocação: Gomes (PSV Eindhoven) e Helton (Porto), chamados por Dunga para os amistosos no Kuwait e contra o Equador, Júlio César (Internazionale), Doni (Roma) e o próprio Dida (Milan).

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