Luigi Spaccarotella, o policial que atirou um torcedor na Itália no último final de semana, será processado por homicídio. Nesta quinta-feira, o advogado dele, Francesco Molino, confirmou o fato, mas voltou a afirmar que o disparo não tinha a intenção de matar Gabriele Sandi, fã da Lazio.
Segundo Molino, seu cliente não cometeu um assassinato intencional. “O Luigi sempre admitiu que disparou o tiro, mas de uma maneira acidental e não com intenção de matar”, declarou, em entrevista à Gazzetta dello Sport.
Já o chefe da promotoria, Ennio Di Cicco, tem uma visão diferente do caso. “Esse policial atirou contra um ser humano e isso é um fato”, afirmou. “A arma é o último recurso, mesmo para as autoridades responsáveis pela segurança. A não ser que alguém aponte uma arma, você não pode atirar”.
Gabriele Sandri tinha 26 anos e morreu em uma rodovia perto da cidade de Arezzo, na região da Toscana, quando estava indo assistir ao duelo entre o seu time e a Inter. A causa de sua morte foi um tiro disparado por Spaccarotella, policial que pretendia encerrar o confronto das torcidas.
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Já o chefe da promotoria, Ennio Di Cicco, tem uma visão diferente do caso. “Esse policial atirou contra um ser humano e isso é um fato”, afirmou. “A arma é o último recurso, mesmo para as autoridades responsáveis pela segurança. A não ser que alguém aponte uma arma, você não pode atirar”.
Gabriele Sandri tinha 26 anos e morreu em uma rodovia perto da cidade de Arezzo, na região da Toscana, quando estava indo assistir ao duelo entre o seu time e a Inter. A causa de sua morte foi um tiro disparado por Spaccarotella, policial que pretendia encerrar o confronto das torcidas.
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