A Polícia Militar de Minas Gerais não aceitou calada as críticas feitas pela diretoria do Cruzeiro ao batalhão presente no Aeroporto de Confins na última sexta-feira, quando um grupo de torcedores ligados a uma facção organizada protestaram contra a então má fase da equipe atirando pipocas e outros objetivos no elenco e comissão técnica. A PM retrucou, adiantando que pediu à Infraero as gravações das câmeras de segurança para identificar os culpados.
Em nota oficial divulgada através do site do clube, o vice de futebol Zezé Perrella condenou o “olhar complacente” dos policiais. Na entrevista coletiva após a vitória de 3 x 1 sobre o Flamengo, domingo, o técnico Dorival Júnior revelou que alguns oficiais até ‘riram’ da situação.
A assessoria de comunicação da PM mineira revela que caso seja verificado algum abuso dos torcedores, eles serão punidos. A corporação ainda enfatiza que colocou duas viaturas à disposição do clube para escoltar o ônibus da delegação até a Toca da Raposa.
Perrella criticou a cobrança de R$ 19.095,78 por jogo para a PM, que se defende assegurando que a taxa é garantida por lei e o número de ocorrências caiu no Mineirão em dias de jogos.
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A assessoria de comunicação da PM mineira revela que caso seja verificado algum abuso dos torcedores, eles serão punidos. A corporação ainda enfatiza que colocou duas viaturas à disposição do clube para escoltar o ônibus da delegação até a Toca da Raposa.
Perrella criticou a cobrança de R$ 19.095,78 por jogo para a PM, que se defende assegurando que a taxa é garantida por lei e o número de ocorrências caiu no Mineirão em dias de jogos.
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