De titular do Santos campeão brasileiro em 2002 a reserva do Corinthians neste ano, Paulo Almeida assegura já conhecer muito bem o que significa trabalhar com o técnico Emerson Leão, demitido do Timão na terça-feira. O meio-campista aproveitou a saída do comandante para expor toda a sua indignação com o tratamento que recebeu do ex-treinador no Parque São Jorge.
“Eu tenho de esquecer a passagem dele no Corinthians. Não tivemos bons dias. Eu me dedicava nos treinos e não tinha oportunidade. Poderia ter mais chances, mas respeitei a decisão dele. Teve um dia que falei algumas coisas que ele não gostou e não me levou mais”, desabafou, em entrevista coletiva nesta quinta-feira.
Contratado no ano passado, Paulo Almeida não chegou a emplacar uma série de jogos como titular no Corinthians, mas neste ano viu iniciar uma fase de calvário depois do jogo contra o Rio Branco, quando pediu para não ficar no banco e nunca mais teve espaço com Leão.
“Disse que não queria ficar no banco naquela partida, pois achava que contra o Rio Branco, quando ele entrou com três volantes, eu ia jogar, mas ele me deixou fora. Só pedi para ficar fora daquela partida, não foi para não ficar mais no banco. Ele entendeu do jeito que quis”, criticou.
Em entrevista há algumas semanas, Leão avisou que só voltaria a relacionar Paulo Almeida quando o volante se colocasse novamente à disposição para ficar entre os suplentes. Surpreso com os atritos que teve com o comandante, o meio-campista recorda que tinha um bom relacionamento com o profissional na época em que trabalharam juntos no Santos.
“Não digo que seja um ditador, conheço o Leão desde 1998 e deu para perceber que ele mudou bastante. Ele sempre foi aberto a diálogo, mas aqui não era assim. Fazia do jeito que ele entendia e sem diálogo, a gente simplesmente obedecia. Não sei por que ele mudou”, lamentou.
Apesar de ter sido titular com Leão no período em que estiveram juntos na Vila Belmiro, Paulo Almeida nega ter algum débito com o treinador. “Sempre procurei ajudá-lo bastante e tenho muito a agradecê-lo. Mas ele também tem muito a agradecer. Em 2002, tinha muita gente que ele não queria no Santos. O Robinho e o Diego ele não queria, mas teve de aceitar a gente. Nós ajudamos bastante ele naquela ocasião”, concluiu.
“Eu tenho de esquecer a passagem dele no Corinthians. Não tivemos bons dias. Eu me dedicava nos treinos e não tinha oportunidade. Poderia ter mais chances, mas respeitei a decisão dele. Teve um dia que falei algumas coisas que ele não gostou e não me levou mais”, desabafou, em entrevista coletiva nesta quinta-feira.
Contratado no ano passado, Paulo Almeida não chegou a emplacar uma série de jogos como titular no Corinthians, mas neste ano viu iniciar uma fase de calvário depois do jogo contra o Rio Branco, quando pediu para não ficar no banco e nunca mais teve espaço com Leão.
“Disse que não queria ficar no banco naquela partida, pois achava que contra o Rio Branco, quando ele entrou com três volantes, eu ia jogar, mas ele me deixou fora. Só pedi para ficar fora daquela partida, não foi para não ficar mais no banco. Ele entendeu do jeito que quis”, criticou.
Em entrevista há algumas semanas, Leão avisou que só voltaria a relacionar Paulo Almeida quando o volante se colocasse novamente à disposição para ficar entre os suplentes. Surpreso com os atritos que teve com o comandante, o meio-campista recorda que tinha um bom relacionamento com o profissional na época em que trabalharam juntos no Santos.
“Não digo que seja um ditador, conheço o Leão desde 1998 e deu para perceber que ele mudou bastante. Ele sempre foi aberto a diálogo, mas aqui não era assim. Fazia do jeito que ele entendia e sem diálogo, a gente simplesmente obedecia. Não sei por que ele mudou”, lamentou.
Apesar de ter sido titular com Leão no período em que estiveram juntos na Vila Belmiro, Paulo Almeida nega ter algum débito com o treinador. “Sempre procurei ajudá-lo bastante e tenho muito a agradecê-lo. Mas ele também tem muito a agradecer. Em 2002, tinha muita gente que ele não queria no Santos. O Robinho e o Diego ele não queria, mas teve de aceitar a gente. Nós ajudamos bastante ele naquela ocasião”, concluiu.