O técnico Carlos Alberto Parreira desmentiu notícias publicadas pela imprensa da África do Sul que afirmavam que o treinador brasileiro teria arremessado cadeiras e garrafas d’água sobre os jogadores da seleção do país após a derrota por 3 x 1 para a Zâmbia, em casa, pelas Eliminatórias da Copa das Nações Africanas, no último domingo.
Em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal carioca O Globo, o técnico negou o quebra-quebra e garantiu que apenas chamou a atenção de seus comandados. “Quem me conhece sabe que não houve nada disso. Realmente me perguntaram se tinha sido duro com o time, porque a equipe foi muito mal no primeiro tempo e, no segundo, dominou a partida, fez gol e poderia até ter empatado. Só disse que fiz alguma coisa “, defendeu-se Parreira.
O treinador aproveitou para destacar que a África do Sul garantiu uma vaga na próxima fase do qualificatório mesmo com a derrota. “Nunca tinha perdido por 3 x 1 em casa numa eliminatória. Mas nossa vantagem era tanta que nos classificamos como um dos três melhores segundos colocados”.
No entanto, a partida contra a Zâmbia está sob suspeita, já que o resultado classificou ambas as seleções. Segundo a imprensa de Uganda, seleção que acabou eliminada, os jogadores da África do Sul “abriram as pernas” para o adversário.
“Você prestou atenção ao jogo entre África do Sul x Zâmbia? Se prestou, perdeu seu tempo. Se não prestou, deixou de ver o mais repugnante espetáculo antidesportivo”, estampou o jornal Daily Monitor na edição desta segunda-feira.
Os ugandenses culpam a Confederação Africana de Futebol pelo ocorrido, já que a entidade marcou duas partidas que definiam a classificação para a próxima fase em datas e horários distintos, permitindo combinação de resultados.
Em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal carioca O Globo, o técnico negou o quebra-quebra e garantiu que apenas chamou a atenção de seus comandados. “Quem me conhece sabe que não houve nada disso. Realmente me perguntaram se tinha sido duro com o time, porque a equipe foi muito mal no primeiro tempo e, no segundo, dominou a partida, fez gol e poderia até ter empatado. Só disse que fiz alguma coisa “, defendeu-se Parreira.
O treinador aproveitou para destacar que a África do Sul garantiu uma vaga na próxima fase do qualificatório mesmo com a derrota. “Nunca tinha perdido por 3 x 1 em casa numa eliminatória. Mas nossa vantagem era tanta que nos classificamos como um dos três melhores segundos colocados”.
No entanto, a partida contra a Zâmbia está sob suspeita, já que o resultado classificou ambas as seleções. Segundo a imprensa de Uganda, seleção que acabou eliminada, os jogadores da África do Sul “abriram as pernas” para o adversário.
“Você prestou atenção ao jogo entre África do Sul x Zâmbia? Se prestou, perdeu seu tempo. Se não prestou, deixou de ver o mais repugnante espetáculo antidesportivo”, estampou o jornal Daily Monitor na edição desta segunda-feira.
Os ugandenses culpam a Confederação Africana de Futebol pelo ocorrido, já que a entidade marcou duas partidas que definiam a classificação para a próxima fase em datas e horários distintos, permitindo combinação de resultados.