Lorena Castro
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A Polícia Civil de Brasília começou a analisar ontem computadores, documentos contábeis, CDs e outras provas colhidas na empresa Ailanto, do Rio de Janeiro, suspeita de participar de uma fraude que teria causado prejuízo de R$ 9 milhões aos cofres do governo do Distrito Federal, por ocasião do amistoso entre Brasil e Portugal, em 2008, no Bezerrão, no Gama. O ex-governador José Roberto Arruda, que teria assinado o contrato com a empresa, é acusado de improbidade e crime contra a administração pública.
A expectativa da Divisão Especial de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (Decap) é de concluir o caso em um prazo de 30 a 60 dias.
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