O Palmeiras decidiu não criar briga com a Administração dos Estádios de Minas Gerais (Ademg) e anunciou que vai pagar pelos defeitos produzidos pelo goleiro reserva Bruno Cardoso no banco de reservas do Mineirão após o segundo gol do Cruzeiro na goleada sofrida de 5 x 0 pelo time paulista, no último domingo.
A Ademg havia feito uma queixa policial contra o jogador palmeirense, que desferiu um soco na cobertura do banco e acabou quebrando o acrílico que protege os reservas e a comissão técnica no local.
A entidade não protocolou queixa contra o gerente de futebol Toninho Cecílio, acusado pelo árbitro pernambucano Wilson Souza de Mendonça de quebrar a porta do vestiário da arbitragem durante o intervalo da partida. Em entrevista à imprensa na segunda, Cecílio desmentiu que tenha chutado o local, conforme o juiz relatou na súmula da partida.
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A entidade não protocolou queixa contra o gerente de futebol Toninho Cecílio, acusado pelo árbitro pernambucano Wilson Souza de Mendonça de quebrar a porta do vestiário da arbitragem durante o intervalo da partida. Em entrevista à imprensa na segunda, Cecílio desmentiu que tenha chutado o local, conforme o juiz relatou na súmula da partida.
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