Em meio à procura por um técnico para substituir Emerson Leão, os bastidores do Corinthians continuam fervilhando. O líder da oposição do clube, Andrés Sanchez, concedeu uma entrevista coletiva nesta quarta-feira para cobrar do presidente Alberto Dualib uma posição quanto às decisões de Renato Duprat à frente do departamento de futebol.
Na visão do ex-vice-presidente do Timão, o cartola não tem autonomia para falar em nome do Corinthians e por isso pede o afastamento imediato de Duprat.
“Tive uma reunião ontem (terça) com o presidente para cobrar qual é a posição do Renato. É uma vergonha o Renato falar pelo Corinthians. O seu Alberto disse que não deu autonomia a ele. E a parceria também não tem representante legal. Então precisamos saber por que ele fala aqui dentro. Ele só traz ônus ao clube, nenhum bônus”, disparou.
Andrés revelou que Dualib pediu dez dias para definir o futuro de Duprat, mas recusou a proposta e cobra uma resolução imediata. “Dez dias é muito, queremos uma definição antes”.
De quebra, Andrés questionou também a nomeação de Ilton José da Costa para o cargo de gerente de futebol do clube. “Eu não conheço o Ilton profissionalmente, mas ele não pode ser imposto pelo Renato”, afirmou.
Durante a entrevista no Parque São Jorge, o conselheiro ainda ironizou as promessas de que Duprat esteja tentando trazer novos investidores ao clube, como o russo Boris Berezovski. “É mais fácil o sargento Garcia prender o Zorro do que o Berezovski colocar dinheiro no Corinthians”.
O cartola, inclusive, acredita que a parceria com a MSI já “acabou de fato, mas ainda não de direito” e por isso espera a formação de uma comissão para “analisar o que houve de certo ou errado” no acordo.
E as cobranças de Andrés Sanchez não se referem apenas à presença de Renato Duprat no clube, mas também às contas do Timão do ano passado. O conselheiro explicou que há uma comissão estudando os números e avisou que não aceita qualquer tipo de acordo com relação ao balanço.
“Espero que esteja tudo certo. Mas não tem acordo nas contas, ou estão certas ou não. Matemática é exata. Também não tem acordo com Duprat: ou sai ou sai”, alertou. Dualib tem de apresentar o balanço de 2006 até 30 de abril e, se os números não estiverem corretos, Andrés Sanchez aponta a possibilidade de o presidente ter de responder civilmente.
Na visão do ex-vice-presidente do Timão, o cartola não tem autonomia para falar em nome do Corinthians e por isso pede o afastamento imediato de Duprat.
“Tive uma reunião ontem (terça) com o presidente para cobrar qual é a posição do Renato. É uma vergonha o Renato falar pelo Corinthians. O seu Alberto disse que não deu autonomia a ele. E a parceria também não tem representante legal. Então precisamos saber por que ele fala aqui dentro. Ele só traz ônus ao clube, nenhum bônus”, disparou.
Andrés revelou que Dualib pediu dez dias para definir o futuro de Duprat, mas recusou a proposta e cobra uma resolução imediata. “Dez dias é muito, queremos uma definição antes”.
De quebra, Andrés questionou também a nomeação de Ilton José da Costa para o cargo de gerente de futebol do clube. “Eu não conheço o Ilton profissionalmente, mas ele não pode ser imposto pelo Renato”, afirmou.
Durante a entrevista no Parque São Jorge, o conselheiro ainda ironizou as promessas de que Duprat esteja tentando trazer novos investidores ao clube, como o russo Boris Berezovski. “É mais fácil o sargento Garcia prender o Zorro do que o Berezovski colocar dinheiro no Corinthians”.
O cartola, inclusive, acredita que a parceria com a MSI já “acabou de fato, mas ainda não de direito” e por isso espera a formação de uma comissão para “analisar o que houve de certo ou errado” no acordo.
E as cobranças de Andrés Sanchez não se referem apenas à presença de Renato Duprat no clube, mas também às contas do Timão do ano passado. O conselheiro explicou que há uma comissão estudando os números e avisou que não aceita qualquer tipo de acordo com relação ao balanço.
“Espero que esteja tudo certo. Mas não tem acordo nas contas, ou estão certas ou não. Matemática é exata. Também não tem acordo com Duprat: ou sai ou sai”, alertou. Dualib tem de apresentar o balanço de 2006 até 30 de abril e, se os números não estiverem corretos, Andrés Sanchez aponta a possibilidade de o presidente ter de responder civilmente.