No futebol brasileiro, quando a coisa não vai muito bem, demite-se o treinador. Uma situação que se tornou corriqueira e que não muda com o passar dos anos.
Contando os campeonatos do eixo Rio-São Paulo, gaúcho, mineiro e candango deste ano, quase a metade dos clubes participantes já trocou de comandante em pouco mais de um mês de temporada.
No Candangão, a cada rodada um treinador acaba caindo. Até o momento, sete treinadores saíram dos clubes que iniciaram. O último foi o comandante do Brasiliense, Reinaldo Gueldini. Depois de quatro empates no campeonato local, o treinador deu lugar a João Carlos Cavalo.
O novo treinador estava sem emprego desde o último final de semana, demitido do Sobradinho. “Era algo que eu almejava há muito tempo. Todo profissional que vem para Brasília, sonha em fazer parte do Brasiliense um dia”, comentou.
No ranking de demissões deste ano, o Mineiro, com cinco trocas em sete rodadas, é o segundo. O Gaúcho, com oito mudanças em dez, também chama a atenção. O Candango é quem mais demite.
Mudança dos candangos
Brasília: saiu Marcos Soares, entrou Luiz Carlos Carioca
Brasiliense: saiu Gueldini, entrou João Carlos Cavalo
Capital: saiu Alex Oliveira, entrou Risada
Ceilandense: saiu Marcos Sena, entrou Alex Oliveira
Formosa: saiu Júnior Pezão, entrou Auecione Alves
Sobradinho: saiu João Carlos Cavalo, entrou Humberto Nascimento
Unaí/Paracatu: saiu Márcio Pereira, entrou Gauchinho