A derrota de 2 x 1 para a Roma, no estádio Olímpico, não estava nos planos e agora o Manchester United precisará mais do que qualidade para superar os italianos no duelo de volta das quartas-de-final da Liga dos Campeões, nesta terça-feira,
Para começar, nas últimas cinco vezes que precisou reverter uma derrota em mata-mata europeus, os Diabos Vermelhos fracassaram. Um tabu que perdura desde a longínqua temporada 1983/84, quando conseguiram reaver um revés na partida de ida contra o Barcelona de Maradona nas quartas-de-final da extinta Recopa.
Além disso, há o fator cansaço. O Manchester vem apresentando uma queda de produção preocupante nas últimas partidas e vem se complicando no Campeonato Inglês, que parecia ganho. No último fim de semana, a equipe perdeu para o Portsmouth e agora tem apenas três pontos de vantagem para o Chelsea, colocando o sonho da tríplice coroa em xeque-mate.
“Temos de fazer um bom jogo, porque a Roma tem uma grande equipe. Será importante reagir bem à derrota de sábado, não podemos nos deixar abater por esse resultado, até porque queremos conquistar a Liga dos Campeões”, garantiu o atacante Wayne Rooney, autor do gol inglês no Olímpico.
A única alteração na equipe em relação ao time que atuou na Itália será a entrada do escocês Fletcher na vaga do suspenso volante Paul Scholes, expulso após uma entrada violenta
Debutando
Precavido e prometendo jogar com o regulamento embaixo do braço, o técnico Luciano Spalleti tem a volta de Pizarro, mas não conta com Perrota, suspenso. Entretanto, o trio Totti-Mancini-Taddei, responsável por pesadelos no sir Alex Ferguson, está mais do que garantido.