Mais uma vez o técnico Muricy Ramalho mostrou ter o controle do seu elenco e de suas convicções. Apesar de parte da torcida, a que assistiu ao jogo nos setores mais nobres do estádio, ter reclamado do treinador no empate por 1 x 1 com o São Caetano, ele não cedeu às pressões.
Ao término dos 90 minutos, o técnico são-paulino não utilizou nenhuma das três substituições permitas, fato incomum no futebol moderno, no qual o preparo físico tem sido essencial e um jogador descansado muitas vezes faz a diferença no segundo tempo.
“Não gosto deste negócio de mudar por mudar. Não sou romântico. Não vou abrir o meu time e perder o jogo”, disse o treinador, que recuou Richarlyson para atuar como um terceiro zagueiro na segunda etapa.
De acordo com Muricy Ramalho, o São Paulo criou muitas chances de gol, mas não teve calma para matar o jogo. “Até sofrermos o empate, estávamos com o controle do jogo. Depois ficou uma pelada, jogo lá e aqui. Não era hora de mudar”, destacou técnico, que tem a vantagem de jogar por dois empates contra o Azulão. “Em outros jogos fizemos quatro, cinco, três gols. Hoje a bola não entrou”, completou.
Tranqüilo após o empate, o técnico só se irritou ao ser perguntado se Dorival Júnior, seu discípulo nos tempos de Figuerense, está seguindo seus passos. “Não existe este negócio de escola Muricy. Eu e o Júnior não temos nada parecido. Só o caráter. O dele também é muito bom”, concluiu.
Ao término dos 90 minutos, o técnico são-paulino não utilizou nenhuma das três substituições permitas, fato incomum no futebol moderno, no qual o preparo físico tem sido essencial e um jogador descansado muitas vezes faz a diferença no segundo tempo.
“Não gosto deste negócio de mudar por mudar. Não sou romântico. Não vou abrir o meu time e perder o jogo”, disse o treinador, que recuou Richarlyson para atuar como um terceiro zagueiro na segunda etapa.
De acordo com Muricy Ramalho, o São Paulo criou muitas chances de gol, mas não teve calma para matar o jogo. “Até sofrermos o empate, estávamos com o controle do jogo. Depois ficou uma pelada, jogo lá e aqui. Não era hora de mudar”, destacou técnico, que tem a vantagem de jogar por dois empates contra o Azulão. “Em outros jogos fizemos quatro, cinco, três gols. Hoje a bola não entrou”, completou.
Tranqüilo após o empate, o técnico só se irritou ao ser perguntado se Dorival Júnior, seu discípulo nos tempos de Figuerense, está seguindo seus passos. “Não existe este negócio de escola Muricy. Eu e o Júnior não temos nada parecido. Só o caráter. O dele também é muito bom”, concluiu.