O ex-médico da seleção brasileira, Lídio Toledo, morreu na manhã neste sábado, no Rio de Janeiro, por conta de problemas cardíacos e insuficiência renal. Aos 78 anos, o ortopedista havia sido internado no Hospital Samaritano na noite de sexta e acabou não resistindo.
Lídio Toledo integrou a delegação da equipe canarinho nas copas de 1970, 1974, 1978, 1990, 1994 e 1998. Aliás, foi nesta última edição em que participou que aconteceu a polêmica da liberação de Ronaldo para disputar a partida final contra a França, após ter sofrido uma convulsão.
Além do trabalho pelo Brasil, o médico ainda construiu longa carreira no Botafogo. Não foram divulgados ainda detalhes sobre velório e enterro do ortopedista.
A Confederação Brasileira de Futebol já emitiu um comunicado oficial em que lamenta a morte de Lídio Toledo, com mensagem de pêsames do presidente Ricardo Teixeira, em nome de diretores e funcionários.
O ex-goleiro da seleção, Gilmar Rinaldi, que esteve na Copa de 1994, também se manifestou e revelou o papel importante de Lídio na participação de Branco no tetracampeonato.
“O Branco estava para ser cortado, dor nas costas, e ele bancou a todos e disse: ?eu recupero ele, assumo a responsabilidade'”, recordou Rinaldi, por meio de seu Twitter.
No decorrer do Mundial, Branco substituiu o suspenso Leonardo e marcou gol fundamental na vitória sobre a Holanda.