Numa partida em que um reserva foi decisivo, o Milan derrotou o Shakhtar Donetsk por 3 x 0, nesta terça-feira, na Ucrânia, e assumiu a liderança isolada do grupo D da Liga dos Campeões da Europa, com nove pontos em quatro jogos. O atacante Fillippo Inzaghi entrou no segundo tempo, marcou o primeiro gol, deu a assistência para o segundo, do brasileiro Kaká, e ainda fez o terceiro no último minuto.
Com seis pontos, o Shakhtar divide agora a segunda colocação da chave com o Celtic, que derrotou o Benfica por 1 x 0, na Escócia. O time português é o lanterna, com apenas três pontos.
Na próxima rodada do grupo, marcada para o próximo dia 28, o Benfica enfrentará o Milan, no estádio da Luz, em Lisboa, e o Celtic jogará em casa contra o Shakhtar Donetsk, no Celtic Park, em Glasgow.
O jogo: Antes do início da partida, o árbitro holandês Pieter Vink observou um minuto de silêncio para o ex-jogador sueco Nils Liedholm, que morreu na última segunda aos 85 anos, na Itália. Liedholm, capitão da Suécia na Copa do Mundo de 1958, ganhou quatro títulos com o Milan na década de 50 e um como treinador do time de Milão, em 1979.
Com a bola rolando, o que se viu no primeiro tempo foi um Milan apático, bem parecido com o time do Campeonato Italiano. Sem saída de bola no meio-de-campo, já que Kaká estava sendo bem marcado, a bola não chegava no ataque.
Bem mais disposto em campo, o Shakhtar explorava mais o lado direito de seu ataque com as investidas do croata Srna e do brasileiro Ilsinho. Em chutes de longa distância, a equipe ucraniana levou perigo ao gol de Dida.
A melhor chance aconteceu aos 33 minutos. Após uma jogada pela direita, o Srna ficou livre dentro da área e chutou cruzado. A bola saiu raspando a trave direita de Dida, que quase viu o atacante brasileiro Brandão marcar o gol na segunda trave.
A segunda etapa começou da mesma maneira que o primeiro. O Shakhtar exercia mais pressão no ataque e quase abriu o placar num chute forte de Fernandinho, aos três minutos, que passou raspando a trave esquerda de Dida.
Mas, como no futebol tudo pode acontecer, uma simples substituição de Ancelotti alterou todo o panorama do jogo. Aos 17, Inzaghi entrou no lugar do ineficiente Gilardino e, três minutos depois, o atacante marcou o primeiro gol do Milan ao chutar, livre de marcação dentro da área, no canto direito de Pyatov.
Se não bastasse o primeiro gol, Inzaghi ainda foi o responsável pela assistência para Kaká marcar o segundo, aos 26. No meio da marcação de dois rivais, o brasileiro chutou no canto esquerdo do goleiro ucraniano.
Com três substituições feitas na base do desespero, o Shakhtar tentou diminuir o placar, mas o máximo que conseguiu foi um chute forte do ex-corintiano William para a defesa de Dida.
No último minuto, num rápido contra-ataque puxado por Kaká, Inzaghi recebeu livre na área e, sem goleiro, só tocou para as redes para fazer o terceiro gol do Milan.
Com seis pontos, o Shakhtar divide agora a segunda colocação da chave com o Celtic, que derrotou o Benfica por 1 x 0, na Escócia. O time português é o lanterna, com apenas três pontos.
Na próxima rodada do grupo, marcada para o próximo dia 28, o Benfica enfrentará o Milan, no estádio da Luz, em Lisboa, e o Celtic jogará em casa contra o Shakhtar Donetsk, no Celtic Park, em Glasgow.
O jogo: Antes do início da partida, o árbitro holandês Pieter Vink observou um minuto de silêncio para o ex-jogador sueco Nils Liedholm, que morreu na última segunda aos 85 anos, na Itália. Liedholm, capitão da Suécia na Copa do Mundo de 1958, ganhou quatro títulos com o Milan na década de 50 e um como treinador do time de Milão, em 1979.
Com a bola rolando, o que se viu no primeiro tempo foi um Milan apático, bem parecido com o time do Campeonato Italiano. Sem saída de bola no meio-de-campo, já que Kaká estava sendo bem marcado, a bola não chegava no ataque.
Bem mais disposto em campo, o Shakhtar explorava mais o lado direito de seu ataque com as investidas do croata Srna e do brasileiro Ilsinho. Em chutes de longa distância, a equipe ucraniana levou perigo ao gol de Dida.
A melhor chance aconteceu aos 33 minutos. Após uma jogada pela direita, o Srna ficou livre dentro da área e chutou cruzado. A bola saiu raspando a trave direita de Dida, que quase viu o atacante brasileiro Brandão marcar o gol na segunda trave.
A segunda etapa começou da mesma maneira que o primeiro. O Shakhtar exercia mais pressão no ataque e quase abriu o placar num chute forte de Fernandinho, aos três minutos, que passou raspando a trave esquerda de Dida.
Mas, como no futebol tudo pode acontecer, uma simples substituição de Ancelotti alterou todo o panorama do jogo. Aos 17, Inzaghi entrou no lugar do ineficiente Gilardino e, três minutos depois, o atacante marcou o primeiro gol do Milan ao chutar, livre de marcação dentro da área, no canto direito de Pyatov.
Se não bastasse o primeiro gol, Inzaghi ainda foi o responsável pela assistência para Kaká marcar o segundo, aos 26. No meio da marcação de dois rivais, o brasileiro chutou no canto esquerdo do goleiro ucraniano.
Com três substituições feitas na base do desespero, o Shakhtar tentou diminuir o placar, mas o máximo que conseguiu foi um chute forte do ex-corintiano William para a defesa de Dida.
No último minuto, num rápido contra-ataque puxado por Kaká, Inzaghi recebeu livre na área e, sem goleiro, só tocou para as redes para fazer o terceiro gol do Milan.