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“Como pode haver intenção se eu disputo a bola e ela bate no meu braço? É lamentável”, chiou Adaílton, apoiado por seus companheiros. “Nós vimos que não foi pênalti, mas vamos fazer o quê?”, disse o atacante Rodrigo Tiuí.
Já Fábio Costa e o técnico Wanderley Luxemburgo tinham outras reclamações a fazer. “O juiz tem todo o direito de marcar o pênalti, mas tem a obrigação de ter critérios iguais. Quando aconteceu do outro lado, ele não marcou. Isso mostra despreparo”, criticou o goleiro.
“O Antônio Carlos recebeu um cartão amarelo por uma falta e, depois, o lateral deles fez três faltas seguidas, semelhantes, e não tomou o cartão”, comparou Luxemburgo, que perdoou Anselmo da Costa. “Ele está voltando agora. Como para um jogador que está retornando, a falta de ritmo de jogo prejudica. Os erros são normais de quem está voltando e perde o timing. Não vi intenção.”
Adaílton e seus companheiros, por fim, captaram o discurso do treinador. “No primeiro tempo, tínhamos a obrigação de vencer a partida e acabamos ficando desconcentrados com os erros da arbitragem. Como o professor Wanderley pediu, esquecemos do árbitro no segundo tempo”, comentou.
“A gente tem que esquecer o árbitro e pensar em jogar, como fizemos. Conseguimos fazer um resultado importante no segundo tempo”, concordou o atacante Marcos Aurélio, enquanto Fábio Costa também atacou o desempenho parcial do Peixe. “A gente fica triste pela arbitragem, mas não merecemos ganhar no primeiro tempo mesmo”, reconheceu o goleiro.
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