Em busca do bicampeonato, a seleção brasileira de futsal estréia, nesta quarta-feira, pelo segundo Campeonato Sul-americano Feminino, disputado em Guayaquil, no Equador. O primeiro compromisso da equipe verde-amarela será diante da Colômbia, que venceu a Argentina por 4 x 1 pelo grupo A, nesta terça-feira, na abertura da competição.
O resultado, acompanhado pela seleção nacional, surpreendeu a todos os torcedores presentes no ginásio Fedeguayas. As colombianas demonstraram grande velocidade e boa troca de passes no campo ofensivo. No segundo jogo desta terça-feira, o Uruguai venceu o Peru com tranqüilidade: 7 x 2.
Depois da partida, o técnico brasileiro Marcos Sorato garantiu que as colombianas darão trabalho. “A qualidade ofensiva da Colômbia foi muito superior a da Argentina e o resultado demonstrou isso”, comentou. “Não sabemos o que pode ocorrer. Estamos ansiosos pela estréia e sabemos que enfrentaremos um adversário que jogará de igual para igual”, concluiu o treinador.
Campeão da primeira edição do Sul-americano com a seleção brasileira, Juliana Delgado ficou surpresa com a evolução das colombianas. “Elas não sabiam sequer dar um passe correto e hoje jogaram de forma parecida com as espanholas, com muitos lançamentos nas costas da marcação”, concluiu.
O resultado, acompanhado pela seleção nacional, surpreendeu a todos os torcedores presentes no ginásio Fedeguayas. As colombianas demonstraram grande velocidade e boa troca de passes no campo ofensivo. No segundo jogo desta terça-feira, o Uruguai venceu o Peru com tranqüilidade: 7 x 2.
Depois da partida, o técnico brasileiro Marcos Sorato garantiu que as colombianas darão trabalho. “A qualidade ofensiva da Colômbia foi muito superior a da Argentina e o resultado demonstrou isso”, comentou. “Não sabemos o que pode ocorrer. Estamos ansiosos pela estréia e sabemos que enfrentaremos um adversário que jogará de igual para igual”, concluiu o treinador.
Campeão da primeira edição do Sul-americano com a seleção brasileira, Juliana Delgado ficou surpresa com a evolução das colombianas. “Elas não sabiam sequer dar um passe correto e hoje jogaram de forma parecida com as espanholas, com muitos lançamentos nas costas da marcação”, concluiu.