Absolvido nesta quinta-feira pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o médico do Paulista, Carlos Eduardo Lima Damasceno, poderá voltar a trabalhar com futebol. O profissional havia sido punido definitivamente do esporte por ter prescrito um medicamento proibido ao lateral-direito Ricardo Lopes, que foi flagrado em exame realizado no dia 6 de julho, após duelo entre Paulista e Marília.
No julgamento do recurso, porém, Carlos Eduardo Damasceno alegou que a substância proibida foi encontrada no medicamento “Neosaldina”, o qual constava como permitido pelo Regulamento de Controle de Dopagem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
O médico havia sido denunciado por infração ao artigo 249 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que proíbe ao profissional ministrar ou prescrever ao atleta substância ou método proibido. Com a absolvição, o médico poderá voltar às atividades no Paulista, que atualmente ocupa a 18ª colocação, com 39 pontos, dentro da zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro.
No julgamento do recurso, porém, Carlos Eduardo Damasceno alegou que a substância proibida foi encontrada no medicamento “Neosaldina”, o qual constava como permitido pelo Regulamento de Controle de Dopagem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
O médico havia sido denunciado por infração ao artigo 249 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que proíbe ao profissional ministrar ou prescrever ao atleta substância ou método proibido. Com a absolvição, o médico poderá voltar às atividades no Paulista, que atualmente ocupa a 18ª colocação, com 39 pontos, dentro da zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro.