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Futebol

Leão cobra responsabilidade de todos e não vê "amarelos" no elenco

Arquivo Geral

26/11/2011 13h11

O primeiro dos dois clássicos que definirão se o São Paulo participará da Libertadores de 2012 é considerado fundamental para que cada um assuma seu papel no time, mas não para provar seu espírito decisivo. É desta maneira que pensa Emerson Leão, confiante de que não verá ninguém “amarelando” neste domingo, contra o Palmeiras, e também no próximo fim de semana, diante do Santos.

“Quem joga em um time grande como o São Paulo já deixou de ser amarelo há muito tempo”, opinou o treinador, que assumiu há pouco mais de um mês o comando de um grupo eliminado nas semifinais do Paulistão, nas quartas de final da Copa do Brasil, nas oitavas de final da Copa Sul-americana e que, na antepenúltima rodada, ficou sem nenhuma chance matemática de ser campeão brasileiro.

“Amarelo você é no primeiro dia de aula, em que você se sente abandonado, e aí pode acontecer um problema. Depois de veterano aqui, longe disso. Não penso assim e passo para eles. Através disso, vem a confiança que eles sentem”, continuou o treinador, contratador para mexer com o brio dos atletas.

 

O principal desafio do ex-goleiro sempre foi estimular os jogadores para que façam em campo o suficiente para ficar entre os cinco primeiros colocados. E o Choque-Rei é vital para isso. “Chegou o momento em que é mais do que necessário cada um assumir sua devida responsabilidade. Oxalá isso aconteça no domingo”, comentou Leão.

O treinador esteve à frente da equipe em cinco partidas no Brasileiro – reestreou no clube com derrota e eliminação na Copa Sul-americana diante do Libertad, no Paraguai. Conseguiu duas vitórias sobre os rebaixados Avaí e América-MG (ambas no Morumbi), empatou com o vice-líder Vasco em São Januário e perdeu fora de casa para Bahia e Atlético-PR, ambos ainda brigando para não ir à Série B.

“Eu achava e vou continuar achando que sempre podia ser melhor. Nos jogos que fiz no Campeonato Brasileiro, temos quase 50% [de aproveitamento]. Não está dentro do parâmetro de 70% que dá tranquilidade, mas, se vencermos os dois últimos jogos, o índice vai subir e vamos nos classificar [para a Libertadores]”, confiou.

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