De volta aos treinamentos visando a partida desta quinta-feira diante do Vitória, pela Copa do Brasil, o Atlético Paranaense já trabalha para tornar realidade a única solução para obter a classificação pra a próxima fase: marcar gols. O lateral-esquerdo Michel encara a partida como decisiva par o semestre do Furacão e acredita no resultado positivo.
“Esse será o nosso jogo mais importante do primeiro semestre. Nós nos preparamos esse ano para vencer a Copa do Brasil. Temos grandes chances de conseguir a classificação, porque o grupo está motivado e estaremos em casa com a força da nossa torcida. Essa classificação será boa para a nossa equipe e para eles também”, analisou o jogador.
Michel comparou a situação do Rubro-negro, que precisa de pelo menos três gols de diferença, com uma passagem sua pelo Atlético-MG, e lembrou que além de marcar gols, o time precisa tomar cuidado com a defesa. Na Copa do Brasil, gols em casa podem significar a desclassificação, mesmo depois de uma grande partida.
“Passei algo parecido em 2003, quando eu estava no Atlético-MG. Perdemos de 4 x 0 para o Sport em Recife. Em Belo Horizonte com dez minutos de jogo levamos um gol. Mesmo assim não nos abatemos, fomos para cima e fizemos cinco gols, porém ficamos de fora por causa desse gol que sofremos no segundo jogo. Quinta-feira temos que ter atenção para não levar gols em casa e procurar fazer esse placar durante os 90 minutos”, finalizou.
“Esse será o nosso jogo mais importante do primeiro semestre. Nós nos preparamos esse ano para vencer a Copa do Brasil. Temos grandes chances de conseguir a classificação, porque o grupo está motivado e estaremos em casa com a força da nossa torcida. Essa classificação será boa para a nossa equipe e para eles também”, analisou o jogador.
Michel comparou a situação do Rubro-negro, que precisa de pelo menos três gols de diferença, com uma passagem sua pelo Atlético-MG, e lembrou que além de marcar gols, o time precisa tomar cuidado com a defesa. Na Copa do Brasil, gols em casa podem significar a desclassificação, mesmo depois de uma grande partida.
“Passei algo parecido em 2003, quando eu estava no Atlético-MG. Perdemos de 4 x 0 para o Sport em Recife. Em Belo Horizonte com dez minutos de jogo levamos um gol. Mesmo assim não nos abatemos, fomos para cima e fizemos cinco gols, porém ficamos de fora por causa desse gol que sofremos no segundo jogo. Quinta-feira temos que ter atenção para não levar gols em casa e procurar fazer esse placar durante os 90 minutos”, finalizou.