O meio-campista Kaká pediu dispensa da seleção brasileira que disputou a Copa América deste ano e conquistou o torneio da Venezuela, mas voltou a ser convocado pelo técnico Dunga para o amistoso contra a Argélia, no último mês. No entanto, começou a partida no banco de reservas, assim como Ronaldinho Gaúcho.
Convocado novamente para os amistosos contra os Estados Unidos e contra o México, ele acha justo ficar um tempo no banco de reservas. “Desde que ele (Dunga) entrou, vem falando que ninguém tem vaga de titular na seleção, e acho justo, acho que tem que ser assim mesmo, todo mundo tem que conquistar seu espaço. Acho que é uma forma justa de escalar um time”, afirmou o jogador.
Kaká sabe que, de volta à seleção, ele terá tempo o suficiente para reconquistar seu espaço no time nacional. “Eu não fico frustrado exatamente por saber daquilo que já conquistei. Mas o que eu fiz fica como uma memória para mim, um marco na minha vida. Claro que ninguém fica feliz no banco, mas para mim é uma motivação para fazer melhor e conquistar meu espaço.”
Uma mostra de seu empenho para voltar a ficar entre os titulares foi o pedido que fez para disputar esses dois jogos nos Estados Unidos, que seu time não seria obrigado a liberá-lo para jogar. “Se não for na Europa o clube não é obrigado a liberar, e para esses dois amistosos eu fiz um pedido ao Milan para que não criasse nenhum tipo de caso com a CBF porque eu gostaria de ir para esses jogos”, disse Kaká, em entrevista à agência de notícias Reuters.