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“Com os jogos intercalados, ele estava apresentando um inchaço no joelho direito. Fizemos uma ressonância magnética e não apontou nada na época, mas voltou a incomodá-lo agora. Resolvi fazer essa artroscopia”, explicou o médico do Santos.
Fabiano já enfrentou três cirurgias. Em 2005, ele rompeu os ligamentos cruzados do joelho esquerdo. No ano seguinte, quando estava emprestado ao Guarani, passou por nova artroscopia no local. Ele voltou ao Santos, convenceu o técnico Wanderley Luxemburgo de sua capacidade, mas lesionou o outro joelho e pegou cinco meses de estaleiro.
Desta vez, o drama do atacante do Peixe será mais curto. “É uma cirurgia simples, tranqüila. Não dá nem para dizer que é uma intervenção cirúrgica. Na verdade, é uma artroscopia diagnóstica, que é algo como uma endoscopia”, comparou Grava, prevendo que Fabiano estará completamente reabilitado em cerca de três semanas.
Nilmar – A lesão no joelho mais comentada da semana, no entanto, é a do atacante do Corinthians. O lateral-direito Denis, recém-recuperado de uma operação no local, deu seus conselhos para o colega. “É a segunda cirurgia do Nilmar. Ele tem que ter paciência. Não adianta querer dar um passo maior que a perna, porque vai cair. É preciso confiar nas pessoas que nos cercam”, recomendou.
Em outra época, o Santos já demonstrou interesse em cercar Nilmar com seus profissionais. Um deles, Joaquim Grava, também falou sobre a dor do corintiano. “O jogador precisa ter calma neste momento”, aconselhou, opinando sobre o alto número de atletas com os joelhos contundidos. “Pode ser falta de um trabalho muscular melhor, por causa da chuteira, ou do excesso de jogos”, especulou.
Os problemas de Nilmar no Corinthians não são apenas clínicos, mas burocráticos também. É questão de tempo para surgirem os boatos de que as portas do recém-montado Cepraf (Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol) do Santos podem se abrir para o atacante.