A classificação da África do Sul para a Copa das Nações Africanas como um dos três melhores segundos colocados parece não ter deixado o técnico Carlos Alberto Parreira satisfeito. Segundo o site sul-africano Super Soccer, o brasileiro atirou garrafas e cadeiras nos seus comandados dentro dos vestiários após a derrota por 3 x 1 para a Zâmbia, em casa, que tirou o primeiro lugar da equipe no grupo 11.
“É a primeira vez na minha vida que perco um jogo em casa desta maneira, com uma margem dessa. Nunca senti algo parecido comandando o Brasil”, declarou o treinador, que esteve à frente da seleção brasileira na conquista da Copa do Mundo de 1994 e em 2006. Em toda a carreira, construiu uma imagem serena, de uma pessoa pragmática, coerente e racional.
Perguntado sobre a sua reação nos vestiários, Parreira confirmou que jogou objetos em direção aos atletas. “Jogadores internacionais não podem cometer erros desta maneira. Demos o jogo para eles (Zâmbia)”, completou o brasileiro, que terminou o primeiro tempo perdendo por 3 x 0.
Segundo Parreira, nem o gol marcado por Benni McCarthy aos dez minutos da etapa final o fez acreditar que poderia sair vencedor do confronto. “Foi um pesadelo para nós. Não nos concentramos, perdemos o foco. Nenhum time pode cometer tantos erros e esperar que consiga vencer”.
Conhecido no Brasil por não costumar fazer alterações na escalação inicial antes da metade do segundo tempo, o ex-técnico da seleção surpreendeu ao substituir jogadores ainda na primeira parte do jogo.
“Não sou o tipo de treinador que tira os jogadores de campo nos primeiros 25 minutos de jogo, mas foi necessário. As coisas estavam começando a piorar”, justificou Parreira, que sofreu dois gols nos primeiros dez minutos.
Depois de deixar a seleção canarinho após a eliminação na Copa do Mundo da Alemanha, Parreira assinou contrato com a África do Sul visando formar uma equipe forte para o Mundial de 2010, quando os sul-africanos sediarão a competição. Assumiu o comando em janeiro em meio a polêmicas sobre o seu salário. A classificação para a Copa das Nações, que esteve ameaçada nesse final de semana, era vista como obrigação.
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Perguntado sobre a sua reação nos vestiários, Parreira confirmou que jogou objetos em direção aos atletas. “Jogadores internacionais não podem cometer erros desta maneira. Demos o jogo para eles (Zâmbia)”, completou o brasileiro, que terminou o primeiro tempo perdendo por 3 x 0.
Segundo Parreira, nem o gol marcado por Benni McCarthy aos dez minutos da etapa final o fez acreditar que poderia sair vencedor do confronto. “Foi um pesadelo para nós. Não nos concentramos, perdemos o foco. Nenhum time pode cometer tantos erros e esperar que consiga vencer”.
Conhecido no Brasil por não costumar fazer alterações na escalação inicial antes da metade do segundo tempo, o ex-técnico da seleção surpreendeu ao substituir jogadores ainda na primeira parte do jogo.
“Não sou o tipo de treinador que tira os jogadores de campo nos primeiros 25 minutos de jogo, mas foi necessário. As coisas estavam começando a piorar”, justificou Parreira, que sofreu dois gols nos primeiros dez minutos.
Depois de deixar a seleção canarinho após a eliminação na Copa do Mundo da Alemanha, Parreira assinou contrato com a África do Sul visando formar uma equipe forte para o Mundial de 2010, quando os sul-africanos sediarão a competição. Assumiu o comando em janeiro em meio a polêmicas sobre o seu salário. A classificação para a Copa das Nações, que esteve ameaçada nesse final de semana, era vista como obrigação.
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