Bastou a confirmação pela CBF de que o clássico diante do Coritiba poderá ser disputado sem as 66 horas mínimas de diferença em relação a partida anterior para o técnico do Paraná Clube, Zetti, desabafar. O Tricolor enfrenta o Real Potosi, na Bolívia, no dia 10, e pega o rival já no dia 12. Segundo o presidente da Federação Paranaense de Futebol, Onaireves Moura, não existe possibilidade de alterar o calendário e o jogo está confirmado para a Vila Capanema, às 20h30.
“Depois, vem o torcedor no alambrado chamar a gente de burro. Eles que direcionem seus gritos para a federação. Não dá tempo de fazer nada. É descansar, conversar e ir para um clássico decisivo. Faltou competência para a entidade proteger o clube que representa o Estado na maior competição do continente”, esbravejou o treinador paranista.
A maior preocupação de Zetti é com possíveis contusões em uma fase crucial da competição sul-americana e na reta final do Estadual. “É um período de muita cautela. Já perdemos o Dinélson e o Josiel e não quero passar por novas dificuldades. Estar na Libertadores deveria ser um prêmio para todos do futebol paranaense. Não um castigo”, finalizou.
“Depois, vem o torcedor no alambrado chamar a gente de burro. Eles que direcionem seus gritos para a federação. Não dá tempo de fazer nada. É descansar, conversar e ir para um clássico decisivo. Faltou competência para a entidade proteger o clube que representa o Estado na maior competição do continente”, esbravejou o treinador paranista.
A maior preocupação de Zetti é com possíveis contusões em uma fase crucial da competição sul-americana e na reta final do Estadual. “É um período de muita cautela. Já perdemos o Dinélson e o Josiel e não quero passar por novas dificuldades. Estar na Libertadores deveria ser um prêmio para todos do futebol paranaense. Não um castigo”, finalizou.