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Com a escolha do Brasil para ser a sede da Copa do Mundo de 2014, inúmeros investimentos terão de ser feitos no país para que tudo saia dentro dos conformes segundo a Fifa. Um ponto vital do projeto brasileiro é uma revisão dos investimentos já programados para os aeroportos brasileiros, que precisam de maior acessibilidade.
Essa é a opinião do presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, que participou nesta quinta-feira de uma audiência da Comissão de Turismo e Desporto na Câmara dos Deputados, em Brasília. Para o executivo, essa revisão deve ocorrer somente após a definição das cidades que abrigarão jogos do Mundial.
“Estamos estudando a possibilidade de alguns aeroportos terem acesso a ferrovias, metrôs ou outros veículos mais leves sobre trilhos que levariam os passageiros a distâncias um pouco maiores, até porque a tendência hoje é de aeroportos mais longe das cidades”, disse Gaudenzi.
Um exemplo usado pelo presidente da Infraero é o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (grande São Paulo). Um estudo da estatal prevê uma ligação direta com o aeroporto de Viracopos, em Campinas (interior de São Paulo). No aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, a Infraero pensa em ampliar a acessibilidade por acesso marítimo.
Essa é a opinião do presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, que participou nesta quinta-feira de uma audiência da Comissão de Turismo e Desporto na Câmara dos Deputados, em Brasília. Para o executivo, essa revisão deve ocorrer somente após a definição das cidades que abrigarão jogos do Mundial.
“Estamos estudando a possibilidade de alguns aeroportos terem acesso a ferrovias, metrôs ou outros veículos mais leves sobre trilhos que levariam os passageiros a distâncias um pouco maiores, até porque a tendência hoje é de aeroportos mais longe das cidades”, disse Gaudenzi.
Um exemplo usado pelo presidente da Infraero é o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (grande São Paulo). Um estudo da estatal prevê uma ligação direta com o aeroporto de Viracopos, em Campinas (interior de São Paulo). No aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, a Infraero pensa em ampliar a acessibilidade por acesso marítimo.