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Futebol

Guilherme e Roni: um ataque pouco harmonioso no Cruzeiro

Arquivo Geral

13/11/2007 0h00

O Cruzeiro tem o melhor ataque do Campeonato Brasileiro com 71 gols marcados. Isso é fato. O que a china azul não sabe é que o clima entre os seus dois homens de área está longe de ser considerado harmonioso. Relembrando a dupla Edmundo e Evair, que fez história nos anos 1990 com as camisas de Palmeiras e Vasco, Guilherme e Roni apresentaram momentos de turbulência após a derrota da Raposa para o Internacional, sábado, no Beira-Rio.

Revelação celeste do ano, Guilherme não gostou de ouvir pela imprensa alguns conselheiros do capitão e retrucou pedindo uma maior movimentação do companheiro. Levando o caso na esportiva, Roni minimizou a intriga e garante que não há qualquer tipo de intriga com a promessa.

“Eu, quando era mais jovem, sempre procurava ouvir os mais velhos, aqueles que você via que tinha uma carreira, um passado no futebol idôneo, uma carreira honesta e uma carreira vitoriosa. Acho que o Guilherme é um garoto de ouro, um garoto que promete muito e torço para que ele tenha muito sucesso no futebol e principalmente para que ele me escute um pouquinho mais também”, alfinetou Roni.

No que depender do capitão azul, o assunto está superado. “Não tenho maldade e nunca tive durante toda a minha carreira. Respeito todo mundo, as opiniões, e tenho as minhas. Se ele não gostou e declarou isso, não tem problema nenhum. Ele tem todo direito”, completou.

Procurando tranqüilizar o grupo, Roni também brincou com sua posição e a postura de capitão após o incidente. “Agora, eu quando jogo, eu jogo para a equipe. O cara pode estar louco da vida comigo, mas eu vou passar a bola para ele e vou exigir que ele faça o mesmo. A gente tem que estar lutando sempre pela vitória e em prol do grupo”, definiu o veterano.

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