Depois da polêmica por ter deixado os Aflitos para resolver problemas
“Fui assinar uns documentos de uma fazenda que possuo. Já tinha conversado com o PC na véspera do jogo pela manhã e está tudo certo”, contou Gléguer, que aceitou a multa imposta pela diretoria (um percentual do salário e R$ 100 depositados na caixinha dos atletas) e reiterou a vontade de permanecer no Timbú.
O jogador também explicou a sua revolta ao saber que seria reserva de Fabiano, quando abandonou o treino sem dar declarações aos jornalistas presentes. “Estava com a cabeça quente e até peço desculpas ao torcedor por não ter dado nenhuma satisfação através da imprensa. Mas em nenhum momento passou pela minha cabeça a possibilidade de deixar o Náutico”, ponderou.
Gléguer prometeu trabalhar muito para voltar à equipe. “Saio do time titular de cabeça erguida. Sei que não houve nenhuma falha de minha parte, foi uma decisão do treinador e tenho que acatar. Agora é trabalhar para conseguir outra oportunidade”, garantiu, lembrando de sua situação quando chegou no Timbú: era reserva de Rodolfo, atual terceiro goleiro.
O presidente do Náutico, Ricardo Valois, parece ter perdoado o arqueiro, mas deve manter a multa, ainda sem percentual definido. “O jogador reconheceu o erro, até porque tem boa índole e a multa será definida apenas pela presidência do clube”, declarou.
Reforços – A diretoria promete anunciar um meia-atacante, mas no Recife as especulações são sobre a contratação dos volantes Paulo Almeida, encostado no Corinthians, e Marabá, atualmente no Ipatinga.