A situação do Internacional da Copa Libertadores deste ano já estava complicada, mas ficou ainda pior depois da vitória do Nacional do Uruguai sobre o Vélez Sarsfield por 2 x 0 nesta quinta-feira. Agora, o atual campeão da competição continental precisará vencer por 3 x 0 o time uruguaio na última rodada, em casa, para ir às oitavas-de-final. Caso vença por 4 x 1, a vaga será decidia em sorteio e de 5 x 2 para frente, o Nacional fica com a vaga mesmo perdendo.
Mesmo com essa situação complicada, os jogadores do Internacional ainda mantêm as esperanças de classificação. O capitão Fernandão usa como exemplo de superação a partida contra o Barcelona. “Esse grupo nunca desistiu de nada. Nunca imaginamos que alguma coisa não daria certo. Fomos jogar contra o Barcelona, que todo mundo comentava que era uma equipe imbatível, que era impossível vencer, e fomos lá e vencemos. Sabemos que é difícil, mas não é impossível.
Eles também sabem da obrigação do placar dilatado. “Primeiramente, temos que pensar em fazer o primeiro gol. Depois do primeiro, buscar o segundo e depois o terceiro. Se os gols não saírem, nós temos que pensar em não tomar. Pois se você toma um, tem que fazer quatro; se toma dois, tem que fazer cinco. Aí as coisas começam a piorar. Então, não adianta querermos atacar de qualquer maneira”, explicou Fernandão.
Mesmo com essa situação complicada, os jogadores do Internacional ainda mantêm as esperanças de classificação. O capitão Fernandão usa como exemplo de superação a partida contra o Barcelona. “Esse grupo nunca desistiu de nada. Nunca imaginamos que alguma coisa não daria certo. Fomos jogar contra o Barcelona, que todo mundo comentava que era uma equipe imbatível, que era impossível vencer, e fomos lá e vencemos. Sabemos que é difícil, mas não é impossível.
Eles também sabem da obrigação do placar dilatado. “Primeiramente, temos que pensar em fazer o primeiro gol. Depois do primeiro, buscar o segundo e depois o terceiro. Se os gols não saírem, nós temos que pensar em não tomar. Pois se você toma um, tem que fazer quatro; se toma dois, tem que fazer cinco. Aí as coisas começam a piorar. Então, não adianta querermos atacar de qualquer maneira”, explicou Fernandão.