Depois de ficar sumido da mídia após sua saída do comando da Federação Paranaense de Futebol devido a suspensão de seis anos imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Onaireves Moura reaparece, desta vez preso por uma ação da Polícia Federal. Ele e mais oito pessoas ligadas à sua gestão na FPF são suspeitos de utilizar entidade para cometer crimes de desvios de dinheiro, fraude processual, estelionato e apropriação indébita.
Os desvios chegariam a R$ 5 milhões em irregularidades nos borderôs de jogos, no Colégio Técnico de Futebol do Pinheirão, na FPFTV, na Comissão Fiscalizadora de Arrecadação (Comfiar) e na Federação das Associações dos Atletas. Moura seria o líder da quadrilha que agia no futebol paranaense.
Segundo o Núcleo de Repressão contra Crimes Econômicos (Nurce), o dirigente estaria montando uma igreja evangélica para lavar dinheiro desviado de arrecadações dos campeonatos. Um escritório de contabilidade de São Paulo e outro na sede do clube de futebol Galo/Adap, em Maringá, também foram alvo dos mandados de busca e apreensão.
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Segundo o Núcleo de Repressão contra Crimes Econômicos (Nurce), o dirigente estaria montando uma igreja evangélica para lavar dinheiro desviado de arrecadações dos campeonatos. Um escritório de contabilidade de São Paulo e outro na sede do clube de futebol Galo/Adap, em Maringá, também foram alvo dos mandados de busca e apreensão.
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