O técnico Muricy Ramalho nunca gostou de ser a estrela do espetáculo. Mas a vitória desta quarta-feira contra o Rio Branco marcou um momento especial em sua carreira: o treinador completou 200 partidas no comando do São Paulo, juntando as duas passagens pelo Morumbi (são 110 vitórias, 56 empates e 34 derrotas).
“É difícil atingir marcas como essa, é a prova de que estou em um caminho certo. Todo lugar que eu vou, fico muito tempo”, lembrou. “Quando cheguei ao Inter, em minha primeira semana de trabalho, um jornalista falou que eu não duraria um mês, mas fiquei por três anos”, completou.
Antes da partida, Muricy Ramalho recebeu das mãos de Rogério Ceni uma camisa do clube com o número 200. Conhecido pela personalidade fechada, o treinador aprovou a homenagem. “Não gosto muito disso, mas foi algo simples, melhor assim”, afirmou.
Na história, o treinador que mais dirigiu o São Paulo foi o lendário Vicente Feola, em 524 oportunidades. Para Muricy Ramalho, está fora de cogitação bater essa marca. “Se ficar tanto tempo no comando de uma equipe, eu acabou doido”, brincou.
Em relação ao jogo contra o Rio Branco, Muricy Ramalho elogiou a reação de seus atletas após duas derrotas seguidas. Superior tecnicamente, o São Paulo definiu a fatura já no primeiro tempo ao marcar três gols.
”Hoje estávamos bem determinados, posicionados para pressioná-los. Se você não trabalha direito, não consegue. Devemos ressaltar as coisas positivas. No Rio Branco, existem profissionais. Eles também foram ao Pacaembu e complicaram o Corinthians”, lembrou Muricy Ramalho.
Outro que destacou a boa atuação são-paulina foi o atacante Leandro. “Taticamente fomos bem, marcamos forte e não demos espaço. O que aconteceu hoje não foi por acaso, tudo é trabalhado nos treinos”, afirmou o camisa nove, autor do primeiro gol da partida.
“É difícil atingir marcas como essa, é a prova de que estou em um caminho certo. Todo lugar que eu vou, fico muito tempo”, lembrou. “Quando cheguei ao Inter, em minha primeira semana de trabalho, um jornalista falou que eu não duraria um mês, mas fiquei por três anos”, completou.
Antes da partida, Muricy Ramalho recebeu das mãos de Rogério Ceni uma camisa do clube com o número 200. Conhecido pela personalidade fechada, o treinador aprovou a homenagem. “Não gosto muito disso, mas foi algo simples, melhor assim”, afirmou.
Na história, o treinador que mais dirigiu o São Paulo foi o lendário Vicente Feola, em 524 oportunidades. Para Muricy Ramalho, está fora de cogitação bater essa marca. “Se ficar tanto tempo no comando de uma equipe, eu acabou doido”, brincou.
Em relação ao jogo contra o Rio Branco, Muricy Ramalho elogiou a reação de seus atletas após duas derrotas seguidas. Superior tecnicamente, o São Paulo definiu a fatura já no primeiro tempo ao marcar três gols.
”Hoje estávamos bem determinados, posicionados para pressioná-los. Se você não trabalha direito, não consegue. Devemos ressaltar as coisas positivas. No Rio Branco, existem profissionais. Eles também foram ao Pacaembu e complicaram o Corinthians”, lembrou Muricy Ramalho.
Outro que destacou a boa atuação são-paulina foi o atacante Leandro. “Taticamente fomos bem, marcamos forte e não demos espaço. O que aconteceu hoje não foi por acaso, tudo é trabalhado nos treinos”, afirmou o camisa nove, autor do primeiro gol da partida.