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Futebol

Displicente, Chelsea fica no empate com Copenhague e passa

Arquivo Geral

16/03/2011 18h56

Sem se esforçar muito, o Chelsea conseguiu a sua classificação para as quartas de final da Copa dos Campeões. Mostrando um futebol muito displicente, acomodado pela vantagem de 2 a 0 conseguida na Dinamarca, os ingleses pecaram na maioria das finalizações e, contra um tímido Copenhague, ficou no 0 a 0 na noite desta quarta-feira, em Stamford Bridge.

O resultado sem gols poderia ter sido diferente se, na única grande chance que teve, o time visitante marcasse, quando N’Doye acertou a trave de Cech após cobrança de falta. Mas a ‘motivação’, que poderia vir de um gol sofrido, passou longe da equipe de Carlo Ancelotti.

Mesmo assim, o time já consegue superar a campanha do ano passado, quando caiu nas oitavas para a Inter. Agora, os britânicos esperam o sorteio de sexta para saber quem é o próximo rival na busca pela sua primeira Champions.

O Jogo – A partida no primeiro tempo tratou de mostrar a diferença técnica entre os dois times, mas a displicência dos jogadores do Chelsea não deixaram o placar ser alterado. A primeira chance foi de Lampard, que recebeu de Ashley Cole e chutou de dentro da pequena área, mas mandou na rede pelo lado de fora.

Novamente pelo lado esquerdo, o lateral recebeu de Drogba e chutou forte, de novo pra fora. A melhor chance veio na terceira decida de Cole. Que recebeu de Drogba na área e serviu Zhirkov. Livre, o russo chutou colocado, mas mando a bola para fora.

A resposta do Copenhague veio na única arma do time: o atacante N’Doye. Ele sofreu falta na entrada da área e bateu com categoria. Cech deu dois passos para o lado da barreira e só conseguiu observar a redonda explodindo no seu poste direito, assustando a todos os presentes.

O lance, que pdoeria acordar, os anfitriões, pouco mudou na postura dos comandados de Carlo Ancelotti. A única chance até o final da primeira etapa veio com Anelka, que recebeu em profundidade, cortou o zagueiro e serviu Zhirkov. Na dividida, o russo mandou a bola raspando a trave.

Na segunda parte, mais do mesmo. Muito preciosistas, os atacantes do Chelsea, destaque para Anelka, perdiam todos oos lances em que partiam livres. Do outro lado, o Copenhague até tentava, mas não conseguia impor uma pressão muito grande sobre os donos da casa.

Os Blues só chegavam com contundência em jogadas aéreas, principalmente com Terry e Ivanovic, mas não passavam de um seguro Wiland. Isolado na frente, N’Doye tentava responder, mas quando tinha oportunidades, não acertava os chutes.

O duelo ainda melhorou com as entradas de Torres, do lado do Chelsea, e Santin, pelo lado do Copenhague, mas ninguém conseguiu tirar o 0 a 0 do placar.

 

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