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O Galo tentou mudar a data do jogo, mas acabou vetado pela Federação. Marcado para o dia 1º de abril, o jogo não poderia ser realizado no Mineirão em virtude de um show de axé que será sediado no estádio, antecipadamente marcado para os dias 30 e 31 de março. Ressentido, Ziza Valadares reconheceu o erro.
“Tínhamos que ter visto que nesse dia iríamos para o Independência. Poderíamos ter invertido esse jogo. Tanto que no ano que vem nós não vamos sair do Mineirão”, prometeu o presidente atleticano, que começou a acumular os prejuízos.
“Se esse jogo contra o Ipatinga fosse no Mineirão, eu apostava em mais de 35 mil torcedores. E agora o Atlético vai ter só 11.500. E olha que foi uma briga, pois queriam reduzir mais. O campo do América cabe 18 mil, reduziram para 15 e agora chegaram em 11.500. Queriam tirar mais 10% e nós não concordamos”, destacou.
Quem não gostou da decisão da FMF foi a Polícia Militar mineira. Como o próprio Atlético alegou em seu ofício, assinado pelo vice-jurídico do Alvinegro, Roberto Vasconcellos, o Independência tem um histórico de brigas e confusões, transformando um jogo aparentemente tranqüilo como de alto risco.